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Bem-vindo ao Meu Blog!

Nestes últimos anos muita gente me perguntou porque eu não tenho um blog.

E dois anos atrás, quando eu escrevi Web 2.0 A Internet Mudou, e Você?, essas pessoas começaram a implicar comigo (mas sempre carinhosamente, obrigado  ). O título do meu livro podia ser encontrado em vários blogs, e muitos passaram a me questionar, escrevendo: “Vito: a internet mudou, e você?”

A verdade é que a ideia de escrever e ter um blog parecia um pouco inútil, mas então eu compreendi. Demorou um pouco, mas eu finalmente entendi… meus amigos online estavam certos; como (quase) sempre estão. Um blog, inclusive um pessoal,  não gira em torno do blogueiro: a questão é a partilha de conhecimentos.

Acho isso legal, então aqui estamos nós. Meu blog está a ponto de começar e será chamado Blogando o Futuro porque esse é o meu trabalho e, afinal de contas, se o que importa é compartilhar, este é uma área que eu tenho algo a oferecer. Eu tentarei mostrar como será o futuro, falarei sobre inovação, tendências em ascensão, novos avanços, a dinâmica das mudanças, projetos e protótipos. Vamos falar sobre essas coisas todos os dias nesse novo espaço, e isso será feito com muitas imagens: vídeos (nunca mais longos do que 4 minutos), e na ausência de vídeos haverá galerias com lindas fotos.

O blog terá textos curtos com links que irão aprofundar sobre o assunto em questão e palavras-chave para você encontrar rapidamente o que quer (especialmente quando há posts num dia, e mais posts no dia seguinte, haverá centenas de discussões). Espero que você encontre o blog na sua língua: eu escolhi seis, basta procurar as bandeirinhas.

Ajude-me a fazer deste blog o que você quer que ele seja. Eu quero que todos participem porque assim saberei o que vocês querem ver e ler, do que vocês mais gostam, e o que eu esqueci. Escrevam para mim e me contem essas coisas, ok? Vocês me encontram no vito@vitodibari.com.

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Dicas / Negócios

Jim Carroll, futurista de renome mundial, pensa como ajudar a enfrentar os desafios do ajuste econômico, com foco na inovação

Jim Carroll, um dos principais lideres futuristas a nível mundial, concentra-se na inovação para ajudar as pessoas com dificuldade econômica. É a sua inspiração, o pensamento transformador que irá ajudá-lo a encontrar oportunidades numa época de alta velocidade da mudança. Afirma.

Futurista Jim Carroll

Jim Carroll, um dos principais futuristas do mundo, especialista em tendências e inovação, se tornou conhecido internacionalmente, por sua visão de vanguarda. Ele foi nomeado pela Business Week como uma das quatro principais fontes de insight sobre criatividade e inovação, e foi palestrante destaque na série horário nobre, O Futuro da Inovação, CNBC, conduzida por Maria Baritoromo.

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Esceveu 10 Grandes palavras para a Inovação. São dez palavras importantes para as pessoas encontrarem o caminho certo: observar, pensar, mudar, ousar, banir, tentar, capacitar, perguntar, crescer e fazer. Ele cria regras motivacionais, visando despertar o público de sua letargia atual e fazer com que as pessoas vislumbrem um futuro melhor.

Como um líder global futurista , dedica seu tempo a ajudar as pessoas e organizações a entender como elas podem utilizar o hoje, agressivamente, para obter resultados satisfatórios no amanhã. Jim Carroll desperta as pessoas para as tendências que irão afetá-las , e para os desafios de lidar com um mundo em contínua mudança..

Algumas das maiores organizações do mundo, como a Walt Disney Corporation, CapitolOne, Nestlé e Visa, DaimlerChrysler, Caterpillar , Motorola, Towers Perrin , a British Broadcasting Corporation ( BBC) , Harvard Pilgrim Health Care , Waters Corporate, Manufacturers Association , SAP, todas se voltaram para Jim Carroll, procurando um insight para o futuro.  Não é de admirar que tais organizações mundiais estão adotando mensagens-chave de Jim Carroll. Os tempos exigem uma rápida mudança ousada e novos níveis de criatividade e inovação dentro de cada organização, e Jim Carroll é conhecido exatamente por afetar essas mudanças, atraindo resultados seguros e duradouros.

Jim Carroll estudou mais de dez anos para conhecer o que torna as empresas incansavelmente criativas, e como montar as tendências críticas , a fim de alcançar o sucesso.

A experiência de Jim Carroll e a sua capacidade de personalizar cada projeto, o permite a enfrentar as dificuldades em quase todos os campos: indústria , agricultura , saúde, farmacêutica, telecomunicações, varejo , bens de consumo , desenvolvimento econômico, serviços financeiros, seguros , educação e muitos outros. Para ele, nenhuma idéia é idiota demais. Toda idéia é benvinda.

Jim Carroll oferece novas maneiras positivas de olhar para o futuro. Devemos olhar para a frente a novas possibilidades, em vez de temer o que pode acontecer. Talvez, nós poderemos mudar as coisas, por simplesmente ter uma melhor perspectiva de vida.

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Entrevista / Gente

Rita Levi-Montalcini: Mantenha seu cérebro com ilusões, ativo, faça ele trabalhar e ele nunca irá se degenerar

«O cérebro não se aposenta, o importante é mantê-lo em atividade. O meu funciona como quando eu tinha vinte anos, nem bem nem mal, mas o máximo do meu potencial”. Este é o cérebro de Rita Levi-Montalcini, Prêmio Nobel de Medicina e senadora vitalicia. Hoje, com 100 anos,  nunca parou de trabalhar : O segredo da minha vitalidade é que eu vivo de hora em hora, constantemente envolvida com pesquisas científicas e com os problemas sociais. Eu não tenho tempo para pensar em mim… Minha vitalidade é derivada da total indiferença por mim mesma. Sublinha com enfase, as últimas palavras.

Rita Levi Montalcini

Em uma entrevista no programa de televisão italiano, Che Tempo Che Fa, Rita Levi-Montalcini afirma que podemos controlar nossas ações e emoções, usando uma parte diferente do cérebro. Segundo ela, “O progresso depende de nosso cérebro. A parte mais importante de nosso cérebro, a que é neocortical, deve ser usado para ajudar os outros e não apenas para fazer descobertas.”

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Dra. Rita Levi-Montalcini nasceu em Turím, Itália, em 22 de abril de 1909, obteve o título de Medicina na especialidade de Neurocirurgia  e é Presidente Honorária da Associação Italiana de Esclerose Múltipla. Recebeu o Prêmio Nobel de Medicina há 21 anos, quando tinha 77.

Meu cérebro vai ter um século… mas não conhece a senilidade… Não posso evitar que o corpo se enrugue, mas o meu cérebro posso mantê-lo jovem. Possuímos grande plasticidade neural: mesmo quando os neurônios morrem, os que restam se reorganizam para manter as mesmas funções, mas para isso é conveniente estimulá-los! Mantenha seu cérebro com ilusões, ativo, faça ele trabalhar e ele nunca irà se degenerar. Afirma o Prêmio Nobel.

Diz ainda, a célebre pesquisadora, que a razão é filha da imperfeição. Nos invertebrados tudo está programado: são perfeitos. Nós não. E, ao sermos imperfeitos, temos recorrido à razão, aos valores éticos: discernir entre o bem e o mal é o mais alto grau da evolução darwiniana.

“Desde jovem, meu desejo era ir para a África, encontrar Albert Schweitzer, para cuidar dos leprosos. Hoje, dedicar-me a ajudar os outros é o que conta. Devemos ter uma total dedicação para com quem precisa de ajuda, especialmente as populações que são mais exploradas, como a da África, principalmente as mulheres que fora arruinadas, fisica e psicologicamente.

Sua curiosidade intelectual não se limita ao estudo da teoria científica, ela também tem sido sempre interessada em mudanças na sociedade humana. Sua não é feita simplesmente por interesse científico. Ela também tem uma forte crença e uma mensagem para o nosso futuro: é fundamental para as pessoas, de um ponto de vista científico, ter um objetivo, que inclua a ajuda àqueles que não têm o privilégio de pertencer à elite científica e tecnologica.

E conclui com determinação: Devemos nos esforçar para o controle e uso do neocórtex, em vez do sistema límbico, a fim de controlar nossas ações e comportamentos.

Nosso futuro se encontra em nosso cérebro.

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Gente / Referencial

Alex Tabarrok, co-autor do blog Marginal Revolution.com e Diretor de Pesquisa do Instituto Independente, explica como o poder das idéias pode superar as crises no mundo

Alex Tabarrok

Alex Tabarrok, economista e blogueiro, acredita que as novas idéias vão alimentar o mundo. A fim de produzir novas idéias, as pessoas precisam ser incentivadas, através da globalização; maiores mercados geram maiores lucros.

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Em um evento TED, Tabarrok explica como um mercado global pode aumentar o incentivo para produzir novas ideias, que por sua vez, irá impulsionar o crescimento e prosperidade. Garante ao publico que o melhor está por vir,  através da partilha das idéias e da globalização.

O economista defende que o comércio livre e a globalização estão moldando o nosso mundo, anteriormente dividido, numa comunidade de partilha de idéias mais saudável, feliz e próspera, do que alguma vez fora previsto. Uma idéia, um mundo, um mercado.

O livre comércio e a globalização certamente não são temas novos de discussão. Eles são, no entanto, maneiras pelas quais nós podemos transformar o mundo em uma comunidade mais saudável e próspera, como ninguém nunca imaginou. Afirma Tabarrok.

A equação é relativamente simples: estimular o crescimento de novas idéias. Enquanto uma maçã pode alimentar uma pessoa, uma idéia pode alimentar milhões de pessoas.

Tabarrok acredita que as idéias são destinadas a ser compartilhada. Por muito tempo os Estados Unidos têm sido líder de idéias, porém, se mais pessoas, em todo o mundo, tiverem a capacidade de gerar novas idéias, poderemos aumentar o número de criadores de idéia, tornando o mundo mais globalizado.

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Habitat / Referencial

Rachel Armstrong redefine a arquitetura, projetando em suas pesquisas arquitetônicas o uso das protocélulas

Rachel Armstrong

Veneza está afundando e para salvá-la, Rachel Armstrong diz que é preciso superar a arquitetura feita de materiais inertes e criar uma arquitetura que cresce por si próprio, capaz de regenerar-se como organismos vivos.

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Lhe chamaram de ciência criativa, intelectual enciclopédica, arquiteta. Mas, Rachel Armstrong, se define, não só projetista de arquitetura vivente, mas, também, bióloga de síntese.

No final de 2008, quando viu uma gota redonda salpicar, aqui e ali em um prato, dando forma a um bloco de construção elementar, Rachel percebeu que se tratava da combinação entre uma ferramenta de projeto e um agente biológico. Foi então que, compreendendo esses dois aspectos, Rachel resolveu analisar o potencial na área de projeto arquitetônico.

Segundo Rachel Armstrong, a superfície dos prédios pode oferecer uma grande oportunidade de interagirmos, de maneira natural e saudável, com o mundo que nos cerca. Vários exemplos dessa conexão têm sido usados por arquitetos ao longo dos anos, como a ponte viva de Cherrapungi, no nordeste da Índia, que é de ramos naturais guiados pela mão humana, um vão de mais de 30 metros, que suporta o peso de 50 pessoas; as obras de Gaudí (1852-1926), que, através de tecidos recheados de argila, ganhavam forma, graças à gravidade e, segundo o arquiteto americano Matthias Hollwich, será possível criar cidades com energia fornecida pelas plantas.

Rachel, em suas pesquisas arquitetônicas, redefine a arquitetura e faz projetos com o uso das protocélulas que é muito semelhante a um sistema operacional. Elas são uma espécie de tecnologia viva, pois se movem, “sentem” e modificam o ambiente a sua volta, apesar de não terem nenhum DNA. “É como uma plataforma de distribuição, um recipiente onde você pode colocar a informação química que pode ser distribuído no espaço e no tempo, dando origem a resultados bastante diferentes”. Afirma Rachel.

Em um de seus experimentos, conseguiu reproduzir uma substância aparentada do calcário, a partir de dióxido de carbono dissolvido em água. Armstrong acredita, que essa tecnologia poderá ser a alternativa para salvar Veneza, na Itália, uma das cidades mais belas da humanidade e que está sendo ameaçada de ser totalmente coberta pelo mar.

Veneza é construída sobre estacas de madeira que têm sido corroídas com o passar dos anos. Como a bela cidade continua a afundar, Armstrong espera que a tecnologia protocell seja capaz de recuper a cidade, fazendo crescer um recife de calcário em torno das estacas. Essas células seriam usadas para fins de reforço, ao invés de apenas criar um recife nos canais.

Seu projeto de pesquisa que vai além da biônica, Não é uma questão de copiar a biologia ou de construir estruturas ao Buckminster Fuller, significa usar a física e a química de uma forma muito prática. Sublinha Armstrong.

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Negócios / Referencial

Gary Hamel, o mais influente pensador do mundo dos negócios: A estratégia é revolução. Isto é, a mudança deve ser uma forma de vida para todas as empresas.

Esqueça o que você sabe sobre gestão, diz o gurú de estratégia empresarial, Gary Hamel. Nada disso vai ajudá-lo a vencer os desafios que sua empresa enfrenta. Estamos vivendo em um mundo onde é a inovação que gera riqueza.

Gary Hamel

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Fundador da consultoria internacional Strategos – sediada na California, bem no coração do Silicon Valley - e professor visitante da London Business School Gary Hamel é atualmente professor convidado de Estratégia e Gestão Internacional da London Business School e diretor do Management Innovation Lab. Escreveu, na área da gestão, vários artigos para jornais e revistas como, a Harvard Buiness Review, o Wall Street Journal e o Financial Times.

Gary Hammel é considerado o gurú da estratégia pela revista Economist, o maior especialista em estratégia de negócios pela revista Fortune e um inovador da gestão sem par pelo jornal Financial Times. Foi considerado o mais influente pensador do mundo dos negócios, segundo o Wall Street Journal. É autor de um dos livros de gestão mais vendidos no Mundo e o único autor de gestão e estratégia a ter recebido quatro prémios McKinsey, até hoje. Hamel também liderou a revista anual Executive Excellence (Excelentes Executivos) que possui o ranking dos mais procurados oradores pós-gestão.

Em 1978, Gary Hamel deixou a administração hospitalar e foi para a Universidade de Michigan, onde se doutorou em Gestão Internacional. Hamel criou um novo vocabulário para a estratégia, com conceitos como intenção e arquitetura estratégicas, visão estratégica e competências centrais. A partir destes conceitos, pode-se criar uma estratégia eficaz, desde que as empresas desafiem a tradição. Assumir riscos, quebrar as regras e inovar, sempre foram atitudes importantes, mas, hoje em dia, são mais cruciais do que nunca. Sublinha Hamel. O pré-requisito mais crítico para alcançar níveis mais elevados de eficiência é a conformidade em relação a políticas, padrões, diretrizes e protocolos de qualidade, e ainda assim, obviamente, o pré-requisito mais fundamental para a inovação é a diversidade de pensamento e de ação.

Para Hamel, a estratégia é revolução. Ou seja, a mudança deve ser uma forma de vida para todas as empresas. Revolucionar uma indústria, pressupõe-se olhá-la com outros olhos. Exige-se uma mudança de visão das coisas. A gestão de topo deve dar o exemplo e ouvir os gestores intermédios e operacionais. É a inovação na gestão que mais facilmente cria vantagens de longo prazo. Este revolucionarismo justifica-se na época actual, argumenta Hamel.

Qualidade, custo, tempo de resposta ao mercado, melhorias do processo, são importantes. Só que atingiu-se o ponto em que começa a funcionar a lei dos rendimentos decrescentes. A solução é inverter a situação, criando uma capacidade de inovação estratégica, que permita descobrir novas oportunidades. E, com alguma sofisticação, acrescenta: Vivemos num mundo de economia descontínua, onde a digitalização, a desregulação e a globalização estão mudando profundamente o panorama industrial. Só estratégias não lineares poderão ser a resposta.

Hamel sugere reformular cada conceito de gestão, desde o modo como os empregados utilizam seu tempo até o modo como os fundos são alocados aos projetos, para que os gestores possam inspirar os funcionários, identificar as idéias empresariais mais promissoras e canalizar os recursos para executá-las.

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Dicas / Entretenimento

Andy Warhol, um dos maiores gênios artísticos de sua época, faz da reprodução de objetos triviais, “ícones simbolo” do seu tempo

Andy Warhol

Andy Warhol, graças à sua sensibilidade, soube viver no futuro, e ainda ser bem sucedido no presente. A sua carreira não representou apenas uma série de eventos, mas, na verdade, uma história sobre a vida, a história de uma existência ligada a tudo o que tem sido descrito como criativo: pintor, escultor, fotógrafo, diretor, ator, produtor de música, estrela de televisão, modelo e anunciante. Sua vida foi uma contínua busca pelo desconhecido, e viveu no futuro como se fosse o presente.

Andy Warhol, considerado como um dos maiores gênios artísticos de sua época, nasceu em Pittsburgh (Pensilvânia) 06 de agosto de 1928. Seu nome real era Andrew Warhola. Entre 1945 e 1949 estudou no Carnegie Institute of Technology da sua cidade. Ele então se mudou para New York, onde trabalhou com anúncio gráfico em revistas como: Vogue, Harper’s Bazaar, Glamour. Sua primeira propaganda foi para os sapatos I. Miller.

Em 1952 realizou sua primeira exposição individual na Galeria de Hugo, em Nova York. Ele também desenhou cenários. Em 1956, exibe alguns modelos na Bodley Gallery e apresentar o seu Golden Shoes na Madison Avenue. Em seguida, faz algumas viagens à Europa e Ásia.

Em 1960, Warhol começou a criar as primeiras pinturas baseadas em histórias de quadrinhos e anúncios publicitários. Suas obras aparecem em Dick Tracy, Popeye, Superman e nas primeiras garrafas de Coca Cola.

Em 1962, utilizando a técnica de serigrafia, começa a reproduzir objetos comuns, fazendo disso “ícones simbolo” do seu tempo. Questões tensas, como Car Crash (Batidas de carro) e Electric Chair (cadeira elétrica), encontram um posto emotivamente elevado. De seu estilo neutro e trivial, ele tira a chamada arte pop, que adquire forma e conquista New York.

Andy Warhol se dedica aos rostos famosos, aos produtos de largo consumo, ao dólar e às primeiras páginas dos jornais, convencido de que a reprodução serigráfica acrescentasse valor à sua megalomania.

Hoje pode-se dizer que sua vida foi o culminar de tudo o que foi inovador e radical na década de 60,
com uma extraordinária capacidade de penetrar no tecido social, tópicos da cultura contemporânea  revelando tanto as peculiaridades positivas como as negativas da sociedade americana.

Aqui estão três dicas suas das quais poderemos tirar proveito sobre a vida e a arte:

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Dicas / Entretenimento

Escultor Arnaldo Pomodoro: a invenção artística é necessária para o bem do ambiente urbano

Arnaldo Pomodoro

O escultor italiano Arnaldo Pomodoro, do movimento Informal, com suas visões inovadoras – relevos e elementos reduzidos à tensão mecânica que se transforma em tensão visual – interferiu e marcou, em definitivo, a arte tradicional da joalheria, através da escultura e das  suas observações e previsões sobre a vida, a arte, e o futuro.

Arnaldo Pomodoro, nascido em Morciano di Romagna em 23 junho de 1926, agrimensor, formado após a guerra, tornou-se conhecido por suas experiências no campo da cenografia e joalheria. Após o nascimento de seu irmão, Gio Pomodoro, outro escultor cujo talento é reconhecido a nível internacional, sua família mudou-se para Pesaro, onde os irmãos estudaram e começaram a produzir suas primeiras criações artísticas.

Em 1955, sua escultura foi mostrado pela primeira vez na Galleria del Naviglio em Milão.
Durante os anos 1960 e início dos anos 1970, ele executou os trabalhos de escultura ao ar livre em Darmstadt, New York, e Milão.

Ficou conhecido em 1960, quando se dedicou à escultura, tornando-se famoso em todo o mundo pelas suas esferas de bronze, expostas no Guggenheim, em Nova Yorque, no patio do museu do Vaticano. As obras de Arnaldo Pomodoro são encontradas em grandes praças (Milão, Copenhaga, Brisbane), em frente de Trinity College Dublin, no Mills College, na Califórnia, no Departamento de Água e Energia de Los Angeles, e nas principais coleções públicas em todo o mundo.

Ele também se dedicou à cenografia, principalmente nas grandes ocasiões teatrais: a Semiramide de Rossini Opera, Roma em 1982; Ruderi “do Gibellina 83-85; Oresteia de Ésquilo e Isgrò; em 86; o Didone de Marlowe; Alceste, Gluck,  Oedipus Rex de Stravinsky em Siena em 1988, entre outras.

Em 1991 foi colocado na frente do Palácio da Juventude em Moscou, o Disco Solar, doado pelo Presidente do Conselho da União Soviética, e em 1992 foi instalado uma obra de grande dimensão – Papyrus – nos jardins do Palácio dos Correios e Telecomunicações, em Darmstadt, na Alemanha. Em 1995 ele fez, a pedido do Município de Rimini, uma escultura em memória a Federico Fellini, em 1996, foi colocado no pátio da Organização das Nações Unidas, em Nova York a obra Esfera com Esfera com 3,30 metros de diâmetro,  e em 1998 recebeu o encargo de construir o portal da Catedral de Cefalù.

Em 1996 ele criou cenários para o Drammi Marini de Eugene O’Neil e para Antigone di Jean Anouilh. Em 1998 ele projetou os cenários e figurinos para A Tempestade de Shakespeare.

A lista de suas realizações e prêmios à carreira, é longa e prestigiosa. O retrato de sua vida, que até agora tem sido pintada, é a de um artista que se expressa através de sua identidade italiana, mas está sempre pronto para levar seu talento em direções novas e inovadoras. Sua arte mantém suas raízes no passado, dá atenção ao presente, e dà sempre um passo para o futuro.

Aqui estão algumas reflexões sobre a arte, o presente e o futuro, vista com a perspectiva do artista:

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Edição Limitada / Gente

Adam Whiton e Yolita Nugent projetam a jaqueta inteligente anti-agressão – No Contact Jacket – desenvolvida pelo MIT em Boston

Adam Whiton, Yolita Nugent, projeto, jaqueta inteligente, No Contact Jacket, anti-agressao, MIT, Boston

Spray Anti-estupro, em breve poderá se aposentar. Surge uma incrível jaqueta que não resiste apenas à chuva, mas tem um sistema hi-tech incorporado que, além de provocar choque elétrico em quem a toca, ela também oferece uma blindagem pessoal que resiste à facadas e até mesmo à tiros, essencial para a auto-defesa da mulher.

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Se chama No Contact Jacket, um sofisticado sistema de hi-tech, desenvolvida pelo MIT em Boston pelos pesquisadores Adam Whiton e Yolita Nugent.
A Jaqueta é feita com 100% de poliéster e uma camada especial que impede a entrada de tiros e facadas. Pesa 3 kg e é munida de uma bateria de alta voltagem e baixa corrente. Quando acionada,  provoca descargas elétricas de 80 mil volts, capaz de atordoar um hipotético agressor, provocando  perda de equilíbrio, desorientação e dores de cabeça. Para quem estiver usando, obviamente, não tem algum perigo. Para ativar o sistema, basta pressionar um botão escondido na manga, que irà ativar o circuito elétrico.

Para evitar que o No-Contact Jacket seja adquirido por homens, a empresa que o produziu foi convidado a fazer apenas modelos de pequeno porte. Tendo um design esportivo e elegante, agrada até mesmo às teenager.

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Corpo / Edição Limitada

Fitbit, um gadget inteligente que monitoriza a qualidade da vida, registrando o nível de sua atividade global diária

Fitbit

Para registar a aptidão física ou por motivos de saúde, muitas vezes você gostaria de saber o total de calorias queimadas, a distância percorrida diária, a quantidade e a qualidade do sono. Hoje, com o medidor Fitbit, você pode ter resposta imediata a todas essas perguntas.

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O Tracker Fitbit é um pequeno sensor de movimento 3D – como os que se encontram no Nintendo Wii – que pode ser atacado na camisa, calça, cinto, bolso, pulseira etc. Trabalha com um dispositivo sem fios, através de uma base conectada a um computador, e cada vez que nos aproximamos, a informação é enviada para a Web. As múltiplas funções de Fitbit permitem de monitorar diversos aspectos das atividades físicas diárias dos usuários, registrando e informando ao usuário, através do seu Blue display OLED, toda a sua atividade global diária, como a queima de calorias, os passos dados, a distância percorrida, quanto tempo você demorou para dormir, quantas vezes acordou durante a noite e até quanto tempo de sono você teve, em comparação ao tempo que ficou deitado. Informa, dessa forma, quando devemos aumentar a atividade física, o tempo de sono e até mesmo a sua atividade sexual, assim promete o autor da obra.

Os dados recolhidos, ficam armazenados em Fitbit por um periodo de 7 a 30 dias. Os usuários podem, depois, fazer o upload dos dados, colocando o dispositivo na estação de base e fazendo o login no site Fitbit.com. Os dados serão automaticamente enviado para o site, para serem visualizados e análisados.

A sincronização também pode ser feita, colocando-se de pé, perto da estação de base. É uma tecnologia, por tanto, destinada a substituir o personal trainer ou seu nitricionista pois pode nos dar um quadro completo de quanto salutar estamos viviendo.

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Entrevista / Gente

Depois de uma tendência de contracultura, as cúpulas geodésicas, graças ao arquiteto Dennis Johnson Odin, estão fazendo um retorno na ruas principais

Dome Home

O século XXI traz em si o conceito da era do aquecimento global, em que a questão ambiental deixou de estar circunscrita às rodas de ecologistas para ocupar as pranchetas de arquitetos, nos países da Europa e dos Estados Unidos. Hoje, se sabe, os edifícios são os principais responsáveis pelos impactos causados à natureza, pois consomem mais da metade de toda a energia usada nos países desenvolvidos e produzem mais da metade de todos os gases que vem modificando o clima. As Casas Cúpula do arquiteto Dennis Johnson Odin, demonstram ser a solução e o exemplo de energia eficiente, além de oferecer maior espaço com pouco material.

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A arquitetura pode eternizar um povo, um governo, um governante. Como bem lembrou Balzac, os eventos da vida humana, públicos ou privados, estão tão intimamente relacionados à arquitetura, que podemos reconstruir nações ou indivíduos a partir dos vestígios de seus monumentos e residências. Churchill disse que nós moldamos nossos edifícios, e a partir de então passamos a ser moldados por eles.

Em entrevista à TV Planet Green, Dennis Johnson Odin, um dos mais importantes projetista, e construtor de casas ecologicamente correto desde 1971, remodela nossa idéia de casa. Sua empresa, a Natural Spaces Domes, é uma das principais fabricantes de casas tipo cúpula geodésica do mundo. As assim chamadas “Casas Vedes” – ou Dome Home – oferecem o conforto de uma casa normal, mas, principalmente, a satisfação de contribuir para manter o Planeta limpo.

O projeto da arquitetura sustentável contesta a idéia do edifício como obra de arte e o compreende como parte do habitat vivo , estreitamente ligado ao sítio, à sociedade, ao clima, a região e ao planeta.

Dome Home

Depois de uma tendência contracultura, as cúpulas geodésicas estão fazendo um retorno e enchendo as ruas das principais cidades do mundo, graças ao projetista Dennis Odin. Dome Home – como é chamada – é Energia eficiente, por definição, a qual te “te dá maior quantidade de espaço com menor quantidade de material”, como ele faz questão de sublinhar. Essa é a característica principal da sua famosa construção – Bear Creek Dome – situada no North Branch, Minnesota que, além de ter uma forma única, é mais funcional do que uma casa normal.  O desenho esférico da casa, oferece força suficiente para resistir a terremotos e ventos com 200 mph.

O que faz da cúpula energia eficiente é o seu design. A forma de cúpula permite que o vento gire ao redor dela, reduzindo a pressão do ar sobre as paredes exteriores , fazendo com que perca 30 por cento do calor. A cúpula difere das casas convencionais pela sua eficiência energética com o uso de material ultra isolante para seu ambiente interior, segundo Johnson.

Hoje em dia, as pessoas estão escolhendo prontamente a conduzir veículos ecológicos e vestir “roupa verde, então, é natural que o práximo passo deverá ser a escolha de também viver em  residências ecosustentaveis. Nós estaríamos renunciando a pouco, ou nada, se todas as novas casas fossem construídas desta forma, mas, o que é mais importante, estaríamos garantindo que algo está sendo feito para preservar o nosso meio ambiente para as futuras gerações que virão. A filosofia de Dennis é ainda mais revolucionária: se investirmos em uma existência mais verde hoje, viveremos melhor amanhã.

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