meuFuturo

Moléculas inteligentes, capazes de paralizar o impacto que uma bala causaria

Esse é o meu primeiro post, cujo título é: “Materiais Indestrutíveis”, e é um dos episódios da série Live from the Future, transmitido, atualmente, no Discovery Channel. Muitas pessoas me perguntavam se elas poderiam encontrar este ou outros episódios online, e a minha resposta era: “não, sinto muito”.

Bem, agora a resposta para essa pergunta mudou para um sonoro “Sim”. Agora você pode encontrá-los aqui. Neste blog.

Quem nunca questionou sobre a segurança dos nossos policiais? O uso do colete à prova de balas, por exemplo, não protege a cabeça. Soldados que vão à guerra, esportes com alto risco de traumas de impacto, principalmente para os esportistas off-road, dão sempre motivos para preocupações.

Felizmente, para resolver esse problema, uma empresa inglesa, D3o Lab, especializada na criação de polímeros, inventou e desenvolveu um novo material macio, facil de ser inserido em vestuário técnico, tanto esportivo como de trabalho. Essa substância tem o precioso detalhe de passar, rapidamente, do estado de maciez ao estado de rigidez, no momento em que recebe um forte golpe, sendo assim capaz, também, de paralizar o ataque de uma bala; um material flexível, leve e totalmente transpirante, capaz de absorver, eficazmente, a energia que se desprende, em caso de impacto.

O polímero D3o, patenteado, foi criado pelo engenheiro Richard Palmer de Brighton, no Reino Unido e é formado por moléculas inteligentes que, em condição de repouso, apresenta uma ligação química fraca, o que permite a maciez, e é capaz de adaptar-se perfeitamente ao corpo, acompanhando todos os moviemntos.

A “mágica” está no movimento das moléculas. Quando o material è submetido a um impacto mecânico rápido, (energia resultante do impacto de uma bala, por exemplo), faz com que as moléculas se bloqueiem instantaneamente, tornando-se capazes de absorver toda a energia do impacto, difundendo-se sobre toda a área de proteção, retornando imediatamente ao estado inicial.

O gel, batizado como D3O, faz parte de uma série de inovações apresentadas como plano de defesa tecnológica, e pode ser aplicado nos capacetes de soldados, evitando a entrada da bala – ou qualquer fragmento – e tem se revelado muito versátil, ao ponto de ter sido empregado no interior de diferentes produtos. A bola Puma da seleção italiana, por exemplo, è, em parte, fabricada com esse material; outras empresas estão utilizzando a tecnologia d3o para realizar ponta de sapatos de dança, luvas, sola de tênis para footing, proteção para equitação e invólucros protetivos para celulares.

Além disso, os designers estão desenvolvendo um novo sistema para ajudar pilotos de helicópteros a pousar, de maneira segura, em espessas nuvens de poeira levantadas ao seu redor.

“É como comparar Robocop e Homem-Aranha. O Robocop é pesado, fortemente protegido, mas volumoso e pesado. O Homem-Aranha é ágil e flexível”. Afirmou o inventor Richard Palmer.

Mais Informação:

Compartilhe e se diverta:
  • Print
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • email
  • PDF
  • StumbleUpon
  • Twitter

meuFuturo

Bem-vindo ao Meu Blog!

Nestes últimos anos muita gente me perguntou porque eu não tenho um blog.

E dois anos atrás, quando eu escrevi Web 2.0 A Internet Mudou, e Você?, essas pessoas começaram a implicar comigo (mas sempre carinhosamente, obrigado  ). O título do meu livro podia ser encontrado em vários blogs, e muitos passaram a me questionar, escrevendo: “Vito: a internet mudou, e você?” (mais…)

Compartilhe e se diverta:
  • Print
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • email
  • PDF
  • StumbleUpon
  • Twitter

Planeta

Professor de Geofísica Na Universidade de Columbia, em Nova York, Klaus Lackner Criou Árvores Artificiais Para Remover o CO2 Do Ar

A árvore artificial, produto da TAB (Global Research Technologies, de Tucson, no Arizona) – detém o dióxido de carbono, graças a um revestimento absorvente formado por água e cálcio; no entanto, em contraste com árvores naturais, ela não é capaz de liberar o oxigênio de volta para o ar.

Para ler legendas no seu idioma, clique Arrow Up, em seguida, percorra mais Arrow Left.

De acordo com a Agência Norte-Americana de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês), a quantidade média de emissão de CO2 produzida por uma família composta por duas pessoas equivale a 13 toneladas de CO2 na atmosfera a cada ano – e isso sem levar em conta as emissões de veículos e aviões. Nós achamos que podemos resolver o problema da poluição simplesmente aumentando os “espaços verdes”, a natureza e deixar a fotossíntese cuidar do resto. No entanto, infelizmente, essa não é uma proposta eficiente.

Talvez alguns de vocês se lembrem do projeto Sleipner, que funciona longe do litoral da Noruega desde 1995: um dos muitos projetos desenvolvidos para aprisionar o dióxido de carbono. Graças a essas atividades foi possível adquirir experiências significantes para o futuro do desenvolvimento dos sistemas de reciclagem de CO2.

O professor Klaus Lackner, que dá aula de geofísica na Universidad de Columbia, em Nova York – entrevistado no programa “Cinco Maneiras de Salvar o Mundo”, da BBC – tem trabalhado desde 2003 num carro que seria capaz de capturar dióxido de carbono e transformá-lo em pó. Nesta forma, poderíamos armazená-lo debaixo da terra ou no oceano, diminuindo o consumo de petróleo ou gás.

A árvore artificial – produto da GRT (Global Research Technologies de Tucson, no Arizona) – detém o dióxido de carbono graças a um revestimento absorvente formado por água e cálcio; no entanto, em comparação com árvores naturais, ela não é capaz de liberar oxigênio de volta para o ar.

Lackner também estudou formas de armazenar CO2 baseado num processo chamado desgaste de rochas: um fenômeno que ocorre quando os gases que se ligam com o magnésio formam pedras carbônicas, retendo o carbono de maneira segura e permanente

O projeto de Lackner é realmente interessante, mas os custos e a quantidade de energia que deveria ser usada para capturar o dióxido de carbono é maior daquela que nós conseguiríamos ao reciclar o CO2.

Respeitando o protocolo de Kyoto, não há dúvida de que existe uma necessidade de acelerar o caminho de redução do consumo de combustíveis fósseis. Acima de tudo, se estamos conscientes da demanda de energia proveniente dos países em desenvolvimento, e dos sérios danos e problemas ambientais que vamos enfrentar, não é nossa obrigação equilibrar o consumo de energia dentro de alguns anos?

Mais Info.:

Compartilhe e se diverta:
  • Print
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • email
  • PDF
  • StumbleUpon
  • Twitter

Moda

Coleção de Mulheres por Designer de Moda Hussein Chalayan Lança a Época de Moda Animatronic

Duas vezes nomeado “Designer Britânico do Ano”, Hussein Chalayan é conhecido pelo seu uso inovador de materiais e pela propensão para integrá-los com as novas tecnologias. É essa a moda do futuro?

Para ler legendas no seu idioma, clique Arrow Up, em seguida, percorra mais Arrow Left.

A moda pode mostrar o espirito de uma época. Desde o século dezenove temos observado uma transformação da moda. O que uma vez era um alfaiate é agora um estilista: alguém que interpreta a moda contemporanea e cria um conjunto moderno e completo.  Há alguns estilistas famosos pelas suas roupas como Coco Chanel, Christian Dior, Yves Saint Laurent, Thomas Burberry (que inventou um material impermeável e que não rasgue) e alguns dos mais populares como a Mary Quant, quem inventou a mini saia.

Agora o designer Hussein Chalayan está criando uma fama no mundo da moda com as suas coleções de alta tecnologia, que começaram uma nova era conhecida como moda “Animatronic” Nominado já duas vezes como designer britânico do ano, Hussein Chalayan é reconhecido pelo seu uso inovador de materiais e uma propensidade a integralos com tecnologias novas. Chalayan mostrou suas coleções em museus populares como o Tate Modern, o museu Victoria & Albert e o instituto de costumes em Kyoto. As criações de Chalayan revelan uma inspiração que vem de antropologia, historia, sciencia, filosofia e tecnologia. Os modelos vestem um espartilho especial que é ligado com cabos que conseguem mudar as roupas. Ao discar um botão, um mecanismo especial pode transformar as roupas, parecem completamente diferentes de quando começaram. A tecnologia encurta vestidos compridos, alarga os estreitos e abre cazacos fechados.

As roupas do Hussein Chalayan têm todos sua alma propria e um nome: ‘Afterwords’, após palavras;o conceito tem base na ideia de vestir arquitectura móvel, e nos mostra como móveis podem ser transformadas em roupa. ‘Airborne’, nascido no ar, usa tecnologia de LED para enfeitar vestidos cobertos de cristais de Swarovsky; ‘Before Minus Now’, antes menos agora, é um tecido do mesmo material que se usa para aviões que se transforma a distância por meio de um controle. ‘Readings’, leituras; foi construída com mais de 200 lasers que geram um espetaculo de luzes deslumbrante.

A moda ‘Animatronic’ pode parecer ainda muito distante mas muitos estilistas tem sido inspirados pela arte do Chalayan e estão trabalhando juntos para que este projeto possa se realizar em algo épico.

Mais Info.:

Compartilhe e se diverta:
  • Print
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • email
  • PDF
  • StumbleUpon
  • Twitter

Motor

James Meredith Construiu um Carro de Corrida Com Vegetais e Materiais Reciclados. Mais: o Motor à Biodiesel Funciona Com Óleo Vegetal

Métodos de combustíveis alternativos estão surgindo em todo o mundo, mostrando que a gasolina não é a nossa última fonte de esperança para os veículos de potência. Tudo partia da electricidade, da energia solar ou do hidrogênio, mas agora, surge o óleo vegetal. Foi demonstrado que carros de potência, usando esse combustivel, funcionam com a mesma eficácia, ao mesmo tempo em que ajuda o mundo no combate à poluição.

Para ler legendas no seu idioma, clique Arrow Up, em seguida, percorra mais Arrow Left.

Os vegetais sempre foram vistos como uma alimentação saudável que oferece inúmeros benefícios para o corpo humano.  No entanto, agora descobriu-se que eles também podem ser saudáveis… para o meio ambiente.

James Meredith mostrou que os vegetais, quando manipulados, podem ser usados para qualquer coisa imaginável. Inclusive para construir um carro de corrida!

Como assim? Um carro de fórmula 3 construído inteiramente à base de vegetais? A idéia parece absurda, mas é isso mesmo o que Meredith conseguiu nos últimos meses. O veículo possui um motor à biodiesel de dois litros que funciona com óleo vegetal – já usado na fritura de alimentos – ou até com pó de chocolate.

O volante foi feito com substâncias extraídas da cenoura e o espelho retrovisor, com a fécula da batata.  A lista é longa e mostra como cada parte do carro tem peças de vegetais em seu interior. Outras características: o chassi foi construído a partir de garrafas recicladas e os assentos, de óleo de soja e espuma reciclada.

Se os ambientalistas achavam que as novas gerações de veículos já tinham bastante “tecnologia verde”, o carro de corrida vegetal é um exemplo de como é possível ser ainda mais amigo do meio ambiente.

Formas alternativas de combustível estão sendo desenvolvidas em todo o planeta e estão mostrando que a gasolina não é a última fonte de esperança para alimentar os carros. Desde eletricidade, passando por energia solar, hidrogênio e agora o óleo vegetal, muitas opções têm sido apresentadas para alimentar os carros de forma eficaz, e ao mesmo tempo ajudar a diminuir a poluição no planeta.

A primeira corrida de carros aconteceu em 1887. Os veículos eram extremamente lentos e mais se pareciam a bicicletas do que a carros de corrida. Hoje, os carros de fórmula um possuem complexos e poderosos motores que empurram os horizontes da velocidades para novos limites.  E todos funcionam com motores à gasolina, e são feitos de metal leve. Ou funcionavam assim, pelo menos até agora.

Mais Info.:

Compartilhe e se diverta:
  • Print
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • email
  • PDF
  • StumbleUpon
  • Twitter

Corpo

Aimee Mullins: Como o Powerfoot Do Hugh Herr Me Ajudou a Superar a Descapacidade

Bonita, ágil e bem-sucedida. Aimee Mullins tem essas qualidades e muito mais. Ela é uma garota que transformou seus pontos fracos em ponto de força. Ela é uma modela e uma atriz que contribui, dando um novo significado ao conceito de deficiência.

Para ler legendas no seu idioma, clique Arrow Up, em seguida, percorra mais Arrow Left.

Linda, àgil e exitosa. A Aimee Mullins tem muito além destas qualidades como uma alguem que transformou suas debilidades em um ponto forte. Ela é um modelo e uma atriz que contribui um novo sentido a ideia da descapacidade.

Tiveram que amputar as duas pernas pelo joelho da Aimee quando com apenas um ano de idade. Desde esse tempo teve que lutar para seguir uma vida normal  e para eliminar a palavra “descapacitada” do seu vocabulario. A Aimee desfilou em feiras de moda para o Alexander McQueen, trabalhou conjunto com o Matthew Barnet e, como o atleta Oscar Pistorious, ela mostrou ao mundo que ela podia produzir resultados brilhantes ao nível competitivo.

O primeiro prótese apareceu no mundo no tempo da civilização egípcio, e foi aperfeiçoada ao longo dos séculos. No futuro havera próteses cada vez mais poderosas e eficientes.  O Powerfoot ajudou a Aimee a melhorar as suas capacidades físicas, foi criado pelo Hugh Herr um líder no campo de biomecânica na universidade Americana de MIT. Conforme comenta o Hugh, “ O próximo passo será ligar o prótese completamente ao corpo humano. No futuro vai ser possível implementarlo com músculos sensores que receberão ordens do cérebro como um membro atual do corpo.”

Enquanto Aimee mostra à todos a variedade de próteses, uns de cristal para noites elegantes, de madeira ou enfeitadas de saltos altos para condizer com uma saia ou vestido, ela nos convide a pensar sobre esta época de alta tecnologia que a tecnologia traz um sentido da normalidade para até os mais descapacitados.

Mais Info.:

Compartilhe e se diverta:
  • Print
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • email
  • PDF
  • StumbleUpon
  • Twitter

Casa

No Future, Podemos Lavar a Roupa Com Menos Gastos de Água e Com Mais Respeito ao Ambiente

Lavar muita roupa usando, malmente, um pouquinho de água? Tão impossível quanto isso soa, um sistema foi posto em prática onde, respeitando o ambiente, se poderá, no futuro, lavar muita roupa sem desperdício de nossos limitados e preciosos recursos naturais. Tudo isso sem precisar ir a uma fonte para lavar as roupas, como se fazia há séculos atrás.

Lavando roupa quase sem usar água? Embora isto pareça impossível, um sistema foi inventado onde eficiência de agua e respeito ao ambiente se encontram. No futuro, lavando roupa não vai gastar tanto dos nossos recursos limitados e preciosos, e tampoco quer dizer que vamos lavar roupa nos lagos como faziam há séculos atrás.

A primeira maquina de lavar foi criada em 1858 por um Hamilton Smith. Esta maquina rotativo conseguia apenas tirar o sujo de roupas. Ao longo dos anos, maquinas de lavar se tornaram cada vez mais eficazes, podiam usar detergentes e as roupas cheiravam como fossem novas, e tambem tiravam manchas. Agora, estas maquinas são usadas em casas por o mundo enteiro. Mas as consquências ambientais são notáveis, principalmente os milhões de litros de água que as maquinas carenciam para serem operadas a maxima capacidade. Pesquisadores na Universidade de Leeds, Inglaterra descobriram uma maquina de lavar que necessita muito pouca água. Apenas consome 2 por cento comparado a uma maquina de lavar convencional. Esta tecnologia ja foi nomeado o “sistema de lavar sem água”. O processo usa grânulos plásticos que se misturam com a roupa e conseguem tirar manchas sozinhos. Este processo é capaz de retirar qualquer tipo de sujidade, e quando as roupas saiem da maquina já estão praticamente secas. O processo que está sendo desenvolvido terá benefícios para a terra e o uso da água. Cada ciclagem de água vai reduzir o aumento de gastos de água em centros industriais. Ao modo que esta tecnologia circula o mundo, água fresca e usável estará disponível para outros serviços, em vez de gastar litros a lavar roupa.

Mais Info.:

Compartilhe e se diverta:
  • Print
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • email
  • PDF
  • StumbleUpon
  • Twitter

Negócios

Experimente e Ganhe. Assim Podemos Definir uma Nova Tendência Que Está Surgindo na Publicidade: a Try-Advertising. Uma Empresa Chamada Sample U, da Universidade Internacional Alliant, em San Diego, Vai Mudar o Conceito de Marketing de Produtos

Este vídeo explica uma nova tendência de “publicidade de experimentaçao”, no qual os consumidores têm a possibilidade de experimentar novos produtos de forma gratuita. É uma situação em que todos ganham: os fabricantes cativam o mercado e os consumidores ficam satisfeitos pois começam a utilizar os produtos de graça antes que eles cheguem às prateleiras das lojas.

Para ler legendas no seu idioma, clique Arrow Up, em seguida, percorra mais Arrow Left.

O conceito de “amostragem” está de volta aos Estados Unidos, e em grande estilo. Ou, melhor dizendo, o que temos agora é uma experimentação de produtos de forma inusitada que irá inaugurar uma nova era na publicidade: a era do “experimente o produto e leve-o para casa”.

A Sample U, um laboratório da Universidade Internacional Alliant que se dedica ao estudo dos produtos de consumo no mercado, criou uma mentalidade que veio para ficar. Ela oferece produtos que são praticamente inexistentes no mercado e que chegam diretamente pelas mãos do fabricante, em troca de informações sobre a identidade do usuário e de sua experiência de vida. Uma grande idéia da qual ouviremos falar muito a partir de agora.

O consumidor hoje é pouco sensível à publicidade. Por isso, o try-advertising inova quando procura um modo de chamar a atenção desses consumidores fazendo-os “vivenciar” os produtos no mundo real, na vida cotidiana e em momentos e lugares específicos. Essa nova mentalidade faz com que o produto tenha seu valor amplificado e dá aos usuários a possibilidade de sentir uma “brand experience” antes mesmo de possuir o produto ou serviço.

Essa é mais uma das muitas consequências do desenvolvimento da internet e da nova economia. Por isso, nos últimos anos temos – direta ou implicitamente –  experimentado e visto uma grande liberdade de criação de diretores de arte, publicitários e redatores. O try-advertising é outra novidade dessa época florescente.

Mais Info.:

Compartilhe e se diverta:
  • Print
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google Bookmarks
  • email
  • PDF
  • StumbleUpon
  • Twitter

compartilhe seus pensamentos, ideias, projetos, digg.com: vito@vitodibari.com

Copyright © 2009 por VitoDiBari.com | Política de Privacidade