Negócios

Jim Carroll, futurista de renome mundial, pensa como ajudar a enfrentar os desafios do ajuste econômico, com foco na inovação

Jim Carroll, um dos principais lideres futuristas a nível mundial, concentra-se na inovação para ajudar as pessoas com dificuldade econômica. É a sua inspiração, o pensamento transformador que irá ajudá-lo a encontrar oportunidades numa época de alta velocidade da mudança. Afirma.

Futurista Jim Carroll

Jim Carroll, um dos principais futuristas do mundo, especialista em tendências e inovação, se tornou conhecido internacionalmente, por sua visão de vanguarda. Ele foi nomeado pela Business Week como uma das quatro principais fontes de insight sobre criatividade e inovação, e foi palestrante destaque na série horário nobre, O Futuro da Inovação, CNBC, conduzida por Maria Baritoromo.

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Esceveu 10 Grandes palavras para a Inovação. São dez palavras importantes para as pessoas encontrarem o caminho certo: observar, pensar, mudar, ousar, banir, tentar, capacitar, perguntar, crescer e fazer. Ele cria regras motivacionais, visando despertar o público de sua letargia atual e fazer com que as pessoas vislumbrem um futuro melhor.

Como um líder global futurista , dedica seu tempo a ajudar as pessoas e organizações a entender como elas podem utilizar o hoje, agressivamente, para obter resultados satisfatórios no amanhã. Jim Carroll desperta as pessoas para as tendências que irão afetá-las , e para os desafios de lidar com um mundo em contínua mudança..

Algumas das maiores organizações do mundo, como a Walt Disney Corporation, CapitolOne, Nestlé e Visa, DaimlerChrysler, Caterpillar , Motorola, Towers Perrin , a British Broadcasting Corporation ( BBC) , Harvard Pilgrim Health Care , Waters Corporate, Manufacturers Association , SAP, todas se voltaram para Jim Carroll, procurando um insight para o futuro.  Não é de admirar que tais organizações mundiais estão adotando mensagens-chave de Jim Carroll. Os tempos exigem uma rápida mudança ousada e novos níveis de criatividade e inovação dentro de cada organização, e Jim Carroll é conhecido exatamente por afetar essas mudanças, atraindo resultados seguros e duradouros.

Jim Carroll estudou mais de dez anos para conhecer o que torna as empresas incansavelmente criativas, e como montar as tendências críticas , a fim de alcançar o sucesso.

A experiência de Jim Carroll e a sua capacidade de personalizar cada projeto, o permite a enfrentar as dificuldades em quase todos os campos: indústria , agricultura , saúde, farmacêutica, telecomunicações, varejo , bens de consumo , desenvolvimento econômico, serviços financeiros, seguros , educação e muitos outros. Para ele, nenhuma idéia é idiota demais. Toda idéia é benvinda.

Jim Carroll oferece novas maneiras positivas de olhar para o futuro. Devemos olhar para a frente a novas possibilidades, em vez de temer o que pode acontecer. Talvez, nós poderemos mudar as coisas, por simplesmente ter uma melhor perspectiva de vida.

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Rita Levi-Montalcini: Mantenha seu cérebro com ilusões, ativo, faça ele trabalhar e ele nunca irá se degenerar

«O cérebro não se aposenta, o importante é mantê-lo em atividade. O meu funciona como quando eu tinha vinte anos, nem bem nem mal, mas o máximo do meu potencial”. Este é o cérebro de Rita Levi-Montalcini, Prêmio Nobel de Medicina e senadora vitalicia. Hoje, com 100 anos,  nunca parou de trabalhar : O segredo da minha vitalidade é que eu vivo de hora em hora, constantemente envolvida com pesquisas científicas e com os problemas sociais. Eu não tenho tempo para pensar em mim… Minha vitalidade é derivada da total indiferença por mim mesma. Sublinha com enfase, as últimas palavras.

Rita Levi Montalcini

Em uma entrevista no programa de televisão italiano, Che Tempo Che Fa, Rita Levi-Montalcini afirma que podemos controlar nossas ações e emoções, usando uma parte diferente do cérebro. Segundo ela, “O progresso depende de nosso cérebro. A parte mais importante de nosso cérebro, a que é neocortical, deve ser usado para ajudar os outros e não apenas para fazer descobertas.”

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Dra. Rita Levi-Montalcini nasceu em Turím, Itália, em 22 de abril de 1909, obteve o título de Medicina na especialidade de Neurocirurgia  e é Presidente Honorária da Associação Italiana de Esclerose Múltipla. Recebeu o Prêmio Nobel de Medicina há 21 anos, quando tinha 77.

Meu cérebro vai ter um século… mas não conhece a senilidade… Não posso evitar que o corpo se enrugue, mas o meu cérebro posso mantê-lo jovem. Possuímos grande plasticidade neural: mesmo quando os neurônios morrem, os que restam se reorganizam para manter as mesmas funções, mas para isso é conveniente estimulá-los! Mantenha seu cérebro com ilusões, ativo, faça ele trabalhar e ele nunca irà se degenerar. Afirma o Prêmio Nobel.

Diz ainda, a célebre pesquisadora, que a razão é filha da imperfeição. Nos invertebrados tudo está programado: são perfeitos. Nós não. E, ao sermos imperfeitos, temos recorrido à razão, aos valores éticos: discernir entre o bem e o mal é o mais alto grau da evolução darwiniana.

“Desde jovem, meu desejo era ir para a África, encontrar Albert Schweitzer, para cuidar dos leprosos. Hoje, dedicar-me a ajudar os outros é o que conta. Devemos ter uma total dedicação para com quem precisa de ajuda, especialmente as populações que são mais exploradas, como a da África, principalmente as mulheres que fora arruinadas, fisica e psicologicamente.

Sua curiosidade intelectual não se limita ao estudo da teoria científica, ela também tem sido sempre interessada em mudanças na sociedade humana. Sua não é feita simplesmente por interesse científico. Ela também tem uma forte crença e uma mensagem para o nosso futuro: é fundamental para as pessoas, de um ponto de vista científico, ter um objetivo, que inclua a ajuda àqueles que não têm o privilégio de pertencer à elite científica e tecnologica.

E conclui com determinação: Devemos nos esforçar para o controle e uso do neocórtex, em vez do sistema límbico, a fim de controlar nossas ações e comportamentos.

Nosso futuro se encontra em nosso cérebro.

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Alex Tabarrok, co-autor do blog Marginal Revolution.com e Diretor de Pesquisa do Instituto Independente, explica como o poder das idéias pode superar as crises no mundo

Alex Tabarrok

Alex Tabarrok, economista e blogueiro, acredita que as novas idéias vão alimentar o mundo. A fim de produzir novas idéias, as pessoas precisam ser incentivadas, através da globalização; maiores mercados geram maiores lucros.

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Em um evento TED, Tabarrok explica como um mercado global pode aumentar o incentivo para produzir novas ideias, que por sua vez, irá impulsionar o crescimento e prosperidade. Garante ao publico que o melhor está por vir,  através da partilha das idéias e da globalização.

O economista defende que o comércio livre e a globalização estão moldando o nosso mundo, anteriormente dividido, numa comunidade de partilha de idéias mais saudável, feliz e próspera, do que alguma vez fora previsto. Uma idéia, um mundo, um mercado.

O livre comércio e a globalização certamente não são temas novos de discussão. Eles são, no entanto, maneiras pelas quais nós podemos transformar o mundo em uma comunidade mais saudável e próspera, como ninguém nunca imaginou. Afirma Tabarrok.

A equação é relativamente simples: estimular o crescimento de novas idéias. Enquanto uma maçã pode alimentar uma pessoa, uma idéia pode alimentar milhões de pessoas.

Tabarrok acredita que as idéias são destinadas a ser compartilhada. Por muito tempo os Estados Unidos têm sido líder de idéias, porém, se mais pessoas, em todo o mundo, tiverem a capacidade de gerar novas idéias, poderemos aumentar o número de criadores de idéia, tornando o mundo mais globalizado.

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Habitat

Rachel Armstrong redefine a arquitetura, projetando em suas pesquisas arquitetônicas o uso das protocélulas

Rachel Armstrong

Veneza está afundando e para salvá-la, Rachel Armstrong diz que é preciso superar a arquitetura feita de materiais inertes e criar uma arquitetura que cresce por si próprio, capaz de regenerar-se como organismos vivos.

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Lhe chamaram de ciência criativa, intelectual enciclopédica, arquiteta. Mas, Rachel Armstrong, se define, não só projetista de arquitetura vivente, mas, também, bióloga de síntese.

No final de 2008, quando viu uma gota redonda salpicar, aqui e ali em um prato, dando forma a um bloco de construção elementar, Rachel percebeu que se tratava da combinação entre uma ferramenta de projeto e um agente biológico. Foi então que, compreendendo esses dois aspectos, Rachel resolveu analisar o potencial na área de projeto arquitetônico.

Segundo Rachel Armstrong, a superfície dos prédios pode oferecer uma grande oportunidade de interagirmos, de maneira natural e saudável, com o mundo que nos cerca. Vários exemplos dessa conexão têm sido usados por arquitetos ao longo dos anos, como a ponte viva de Cherrapungi, no nordeste da Índia, que é de ramos naturais guiados pela mão humana, um vão de mais de 30 metros, que suporta o peso de 50 pessoas; as obras de Gaudí (1852-1926), que, através de tecidos recheados de argila, ganhavam forma, graças à gravidade e, segundo o arquiteto americano Matthias Hollwich, será possível criar cidades com energia fornecida pelas plantas.

Rachel, em suas pesquisas arquitetônicas, redefine a arquitetura e faz projetos com o uso das protocélulas que é muito semelhante a um sistema operacional. Elas são uma espécie de tecnologia viva, pois se movem, “sentem” e modificam o ambiente a sua volta, apesar de não terem nenhum DNA. “É como uma plataforma de distribuição, um recipiente onde você pode colocar a informação química que pode ser distribuído no espaço e no tempo, dando origem a resultados bastante diferentes”. Afirma Rachel.

Em um de seus experimentos, conseguiu reproduzir uma substância aparentada do calcário, a partir de dióxido de carbono dissolvido em água. Armstrong acredita, que essa tecnologia poderá ser a alternativa para salvar Veneza, na Itália, uma das cidades mais belas da humanidade e que está sendo ameaçada de ser totalmente coberta pelo mar.

Veneza é construída sobre estacas de madeira que têm sido corroídas com o passar dos anos. Como a bela cidade continua a afundar, Armstrong espera que a tecnologia protocell seja capaz de recuper a cidade, fazendo crescer um recife de calcário em torno das estacas. Essas células seriam usadas para fins de reforço, ao invés de apenas criar um recife nos canais.

Seu projeto de pesquisa que vai além da biônica, Não é uma questão de copiar a biologia ou de construir estruturas ao Buckminster Fuller, significa usar a física e a química de uma forma muito prática. Sublinha Armstrong.

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Negócios

Gary Hamel, o mais influente pensador do mundo dos negócios: A estratégia é revolução. Isto é, a mudança deve ser uma forma de vida para todas as empresas.

Esqueça o que você sabe sobre gestão, diz o gurú de estratégia empresarial, Gary Hamel. Nada disso vai ajudá-lo a vencer os desafios que sua empresa enfrenta. Estamos vivendo em um mundo onde é a inovação que gera riqueza.

Gary Hamel

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Fundador da consultoria internacional Strategos – sediada na California, bem no coração do Silicon Valley - e professor visitante da London Business School Gary Hamel é atualmente professor convidado de Estratégia e Gestão Internacional da London Business School e diretor do Management Innovation Lab. Escreveu, na área da gestão, vários artigos para jornais e revistas como, a Harvard Buiness Review, o Wall Street Journal e o Financial Times.

Gary Hammel é considerado o gurú da estratégia pela revista Economist, o maior especialista em estratégia de negócios pela revista Fortune e um inovador da gestão sem par pelo jornal Financial Times. Foi considerado o mais influente pensador do mundo dos negócios, segundo o Wall Street Journal. É autor de um dos livros de gestão mais vendidos no Mundo e o único autor de gestão e estratégia a ter recebido quatro prémios McKinsey, até hoje. Hamel também liderou a revista anual Executive Excellence (Excelentes Executivos) que possui o ranking dos mais procurados oradores pós-gestão.

Em 1978, Gary Hamel deixou a administração hospitalar e foi para a Universidade de Michigan, onde se doutorou em Gestão Internacional. Hamel criou um novo vocabulário para a estratégia, com conceitos como intenção e arquitetura estratégicas, visão estratégica e competências centrais. A partir destes conceitos, pode-se criar uma estratégia eficaz, desde que as empresas desafiem a tradição. Assumir riscos, quebrar as regras e inovar, sempre foram atitudes importantes, mas, hoje em dia, são mais cruciais do que nunca. Sublinha Hamel. O pré-requisito mais crítico para alcançar níveis mais elevados de eficiência é a conformidade em relação a políticas, padrões, diretrizes e protocolos de qualidade, e ainda assim, obviamente, o pré-requisito mais fundamental para a inovação é a diversidade de pensamento e de ação.

Para Hamel, a estratégia é revolução. Ou seja, a mudança deve ser uma forma de vida para todas as empresas. Revolucionar uma indústria, pressupõe-se olhá-la com outros olhos. Exige-se uma mudança de visão das coisas. A gestão de topo deve dar o exemplo e ouvir os gestores intermédios e operacionais. É a inovação na gestão que mais facilmente cria vantagens de longo prazo. Este revolucionarismo justifica-se na época actual, argumenta Hamel.

Qualidade, custo, tempo de resposta ao mercado, melhorias do processo, são importantes. Só que atingiu-se o ponto em que começa a funcionar a lei dos rendimentos decrescentes. A solução é inverter a situação, criando uma capacidade de inovação estratégica, que permita descobrir novas oportunidades. E, com alguma sofisticação, acrescenta: Vivemos num mundo de economia descontínua, onde a digitalização, a desregulação e a globalização estão mudando profundamente o panorama industrial. Só estratégias não lineares poderão ser a resposta.

Hamel sugere reformular cada conceito de gestão, desde o modo como os empregados utilizam seu tempo até o modo como os fundos são alocados aos projetos, para que os gestores possam inspirar os funcionários, identificar as idéias empresariais mais promissoras e canalizar os recursos para executá-las.

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