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Motor

James Meredith Construiu um Carro de Corrida Com Vegetais e Materiais Reciclados. Mais: o Motor à Biodiesel Funciona Com Óleo Vegetal

Métodos de combustíveis alternativos estão surgindo em todo o mundo, mostrando que a gasolina não é a nossa última fonte de esperança para os veículos de potência. Tudo partia da electricidade, da energia solar ou do hidrogênio, mas agora, surge o óleo vegetal. Foi demonstrado que carros de potência, usando esse combustivel, funcionam com a mesma eficácia, ao mesmo tempo em que ajuda o mundo no combate à poluição.

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Os vegetais sempre foram vistos como uma alimentação saudável que oferece inúmeros benefícios para o corpo humano.  No entanto, agora descobriu-se que eles também podem ser saudáveis… para o meio ambiente.

James Meredith mostrou que os vegetais, quando manipulados, podem ser usados para qualquer coisa imaginável. Inclusive para construir um carro de corrida!

Como assim? Um carro de fórmula 3 construído inteiramente à base de vegetais? A idéia parece absurda, mas é isso mesmo o que Meredith conseguiu nos últimos meses. O veículo possui um motor à biodiesel de dois litros que funciona com óleo vegetal – já usado na fritura de alimentos – ou até com pó de chocolate.

O volante foi feito com substâncias extraídas da cenoura e o espelho retrovisor, com a fécula da batata.  A lista é longa e mostra como cada parte do carro tem peças de vegetais em seu interior. Outras características: o chassi foi construído a partir de garrafas recicladas e os assentos, de óleo de soja e espuma reciclada.

Se os ambientalistas achavam que as novas gerações de veículos já tinham bastante “tecnologia verde”, o carro de corrida vegetal é um exemplo de como é possível ser ainda mais amigo do meio ambiente.

Formas alternativas de combustível estão sendo desenvolvidas em todo o planeta e estão mostrando que a gasolina não é a última fonte de esperança para alimentar os carros. Desde eletricidade, passando por energia solar, hidrogênio e agora o óleo vegetal, muitas opções têm sido apresentadas para alimentar os carros de forma eficaz, e ao mesmo tempo ajudar a diminuir a poluição no planeta.

A primeira corrida de carros aconteceu em 1887. Os veículos eram extremamente lentos e mais se pareciam a bicicletas do que a carros de corrida. Hoje, os carros de fórmula um possuem complexos e poderosos motores que empurram os horizontes da velocidades para novos limites.  E todos funcionam com motores à gasolina, e são feitos de metal leve. Ou funcionavam assim, pelo menos até agora.

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Corpo

Aimee Mullins: Como o Powerfoot Do Hugh Herr Me Ajudou a Superar a Descapacidade

Bonita, ágil e bem-sucedida. Aimee Mullins tem essas qualidades e muito mais. Ela é uma garota que transformou seus pontos fracos em ponto de força. Ela é uma modela e uma atriz que contribui, dando um novo significado ao conceito de deficiência.

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Linda, àgil e exitosa. A Aimee Mullins tem muito além destas qualidades como uma alguem que transformou suas debilidades em um ponto forte. Ela é um modelo e uma atriz que contribui um novo sentido a ideia da descapacidade.

Tiveram que amputar as duas pernas pelo joelho da Aimee quando com apenas um ano de idade. Desde esse tempo teve que lutar para seguir uma vida normal  e para eliminar a palavra “descapacitada” do seu vocabulario. A Aimee desfilou em feiras de moda para o Alexander McQueen, trabalhou conjunto com o Matthew Barnet e, como o atleta Oscar Pistorious, ela mostrou ao mundo que ela podia produzir resultados brilhantes ao nível competitivo.

O primeiro prótese apareceu no mundo no tempo da civilização egípcio, e foi aperfeiçoada ao longo dos séculos. No futuro havera próteses cada vez mais poderosas e eficientes.  O Powerfoot ajudou a Aimee a melhorar as suas capacidades físicas, foi criado pelo Hugh Herr um líder no campo de biomecânica na universidade Americana de MIT. Conforme comenta o Hugh, “ O próximo passo será ligar o prótese completamente ao corpo humano. No futuro vai ser possível implementarlo com músculos sensores que receberão ordens do cérebro como um membro atual do corpo.”

Enquanto Aimee mostra à todos a variedade de próteses, uns de cristal para noites elegantes, de madeira ou enfeitadas de saltos altos para condizer com uma saia ou vestido, ela nos convide a pensar sobre esta época de alta tecnologia que a tecnologia traz um sentido da normalidade para até os mais descapacitados.

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Casa

No Future, Podemos Lavar a Roupa Com Menos Gastos de Água e Com Mais Respeito ao Ambiente

Lavar muita roupa usando, malmente, um pouquinho de água? Tão impossível quanto isso soa, um sistema foi posto em prática onde, respeitando o ambiente, se poderá, no futuro, lavar muita roupa sem desperdício de nossos limitados e preciosos recursos naturais. Tudo isso sem precisar ir a uma fonte para lavar as roupas, como se fazia há séculos atrás.

Lavando roupa quase sem usar água? Embora isto pareça impossível, um sistema foi inventado onde eficiência de agua e respeito ao ambiente se encontram. No futuro, lavando roupa não vai gastar tanto dos nossos recursos limitados e preciosos, e tampoco quer dizer que vamos lavar roupa nos lagos como faziam há séculos atrás.

A primeira maquina de lavar foi criada em 1858 por um Hamilton Smith. Esta maquina rotativo conseguia apenas tirar o sujo de roupas. Ao longo dos anos, maquinas de lavar se tornaram cada vez mais eficazes, podiam usar detergentes e as roupas cheiravam como fossem novas, e tambem tiravam manchas. Agora, estas maquinas são usadas em casas por o mundo enteiro. Mas as consquências ambientais são notáveis, principalmente os milhões de litros de água que as maquinas carenciam para serem operadas a maxima capacidade. Pesquisadores na Universidade de Leeds, Inglaterra descobriram uma maquina de lavar que necessita muito pouca água. Apenas consome 2 por cento comparado a uma maquina de lavar convencional. Esta tecnologia ja foi nomeado o “sistema de lavar sem água”. O processo usa grânulos plásticos que se misturam com a roupa e conseguem tirar manchas sozinhos. Este processo é capaz de retirar qualquer tipo de sujidade, e quando as roupas saiem da maquina já estão praticamente secas. O processo que está sendo desenvolvido terá benefícios para a terra e o uso da água. Cada ciclagem de água vai reduzir o aumento de gastos de água em centros industriais. Ao modo que esta tecnologia circula o mundo, água fresca e usável estará disponível para outros serviços, em vez de gastar litros a lavar roupa.

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Negócios

Experimente e Ganhe. Assim Podemos Definir uma Nova Tendência Que Está Surgindo na Publicidade: a Try-Advertising. Uma Empresa Chamada Sample U, da Universidade Internacional Alliant, em San Diego, Vai Mudar o Conceito de Marketing de Produtos

Este vídeo explica uma nova tendência de “publicidade de experimentaçao”, no qual os consumidores têm a possibilidade de experimentar novos produtos de forma gratuita. É uma situação em que todos ganham: os fabricantes cativam o mercado e os consumidores ficam satisfeitos pois começam a utilizar os produtos de graça antes que eles cheguem às prateleiras das lojas.

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O conceito de “amostragem” está de volta aos Estados Unidos, e em grande estilo. Ou, melhor dizendo, o que temos agora é uma experimentação de produtos de forma inusitada que irá inaugurar uma nova era na publicidade: a era do “experimente o produto e leve-o para casa”.

A Sample U, um laboratório da Universidade Internacional Alliant que se dedica ao estudo dos produtos de consumo no mercado, criou uma mentalidade que veio para ficar. Ela oferece produtos que são praticamente inexistentes no mercado e que chegam diretamente pelas mãos do fabricante, em troca de informações sobre a identidade do usuário e de sua experiência de vida. Uma grande idéia da qual ouviremos falar muito a partir de agora.

O consumidor hoje é pouco sensível à publicidade. Por isso, o try-advertising inova quando procura um modo de chamar a atenção desses consumidores fazendo-os “vivenciar” os produtos no mundo real, na vida cotidiana e em momentos e lugares específicos. Essa nova mentalidade faz com que o produto tenha seu valor amplificado e dá aos usuários a possibilidade de sentir uma “brand experience” antes mesmo de possuir o produto ou serviço.

Essa é mais uma das muitas consequências do desenvolvimento da internet e da nova economia. Por isso, nos últimos anos temos – direta ou implicitamente –  experimentado e visto uma grande liberdade de criação de diretores de arte, publicitários e redatores. O try-advertising é outra novidade dessa época florescente.

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