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Casa / Edição Limitada

Botanicalls – Basta um sensor de humidade do solo e um aparelho de telefone para permitir que as suas plantas te alertem quando elas estão com “sede”

botanicalls

É obvio que as plantas nao falam… pelo menos por enquanto, mas…  se elas pudessem falar, o que poderiam dizer? “Tenho sede”, naturalmente.

Pesquisadores do programa de telecomunicações interativas da Universidade de Nova York, desenvolveram um aparelho que permite às plantas de informarem seus donos quando precisam de água, ou se estão sendo irrigadas demais.

Botanicalls é uma colaboração entre os cientistas Rob Faludi, Kate Hartman, e Kati Londres, da Universidade de Nova York, que criaram um sistema através do qual, quem cuida de uma planta é informado por telefone de que ela está seca. A informação é dada por uma voz expressiva gravada, que representa o vegetal.

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“O software tem ajustes que permitem determinar que tipo de planta está sendo acompanhada, e também as diferentes características da terra”, afirma Rob Faludi, um dos co-criadores do aparelho.

O Sistema permite, também, que as planta avisem ao dono, pelo miniblog Twitter. Para desenvolver o sistema, que funciona por meio de uma rede ligada ao vegetal, é necessário, entre outros itens, de uma placa Ethernet específica e o software de código aberto Arduino, além de uma conta no Twitter. O aviso via Twitter é uma espécie de evolução do projeto Botanicalls inicial do grupo. No site, o grupo pede que os usuários publiquem as fotos do sistema montado pelos usuários no Flickr. De acordo com os estudantes, após ser “aguada”, a planta até agradece.

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A idéia poderá não seduzir os proprietários de plantas casuais, ou a quem tem plantas que nã,o carecem de muito cuidado, mas para os amantes das plantas, isso faz uma grande diferença. Com o estresse e a frenesia do dia-a-dia, é muito fácil esquecer algo tão simples, como dar água às plantas. E com este sistema novo, estaremos sempre ao corrente da saúde dos nossos amigos verdes.

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Casa / Projeto

Liderados pelo Líder do Projeto Jeremy J. Ham, estudantes australianos da Faculdade de Ciência e Tecnologia, da Universidade Deakin, imaginam a casa do futuro para 2050

Alunos da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Deakin, criam a casa do futuro: uma casa compacta com quartos adaptáveis que vai mudar sempre que necessário, e um jardim e um quintal compartilhados por até 4 membros de uma família.

Nós tendemos a associar as pessoas que vivem em casas grandes com o sucesso pessoal e profissional. Esta é uma das características mais marcantes na nossa sociedade: os valores são determinados pelos bens materiais que as pessoas adquirem ao longo da vida.

Mas pelo menos no que diz respeito aos edifícios e casas, esse conceito pode estar com seus dias contados.

Um grupo de estudantes da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Deakin, na Austrália, liderada pelo Líder do Projeto Jeremy J. Ham criou vários modelos de casas para o ano de 2050. E um destes projetos mostra como uma família de até quatro pessoas pode viver perfeitamente bem em um espaço de apenas 16 metros quadrados.

A residência tem um quarto de solteiro, mas ao mesmo tempo possui sala de jantar, escritório, sala de estar, banheiro, etc. Como é isto possível? Os alunos criaram o conceito de “módulos” para que os ambientes sejam “montados” de acordo com o tempo ou necessidade.

Esta tendência de abolir as paredes de uma casa, integrando o ambiente e as pessoas que vivem lá, está se tornando mais popular entre os arquitetos. Este projeto mostra o aspecto mais extremo desta tendência inovadora e interativa.

A casa do futuro também tem jardim e quintal na superfície, paredes touch screen e painéis translúcidos. Além disso, a habitação é auto-sustentável. A casa recebeu uma série de adjetivos assim como inteligente, virtual, reciclável, inteligente e interativa.

O conceito é construído através de uma mistura dinâmica de espaço, tempo e necessidade para as pessoas no futuro. O resultado pode ser visto no vídeo abaixo.

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Casa / Projeto

A designer americana Joanna Borek-Clement criou um visionário projeto arquitetônico, cujo objetivo é reduzir a poluição e a superlotação nas cidades

Designer de São Francisco, Joanna Borek-Clement, criou um projeto arquitetônico urbano inovador que conseguia reduzir a poluição e as ruas lotadas. Céu-terra é um sistema estrutural baseado no conceito de adicionar um novo padrão, ecologicamente responsável para as principais cidades, adicionando novos espaços públicos para as cidades que já estão lotadas.

Os arranha-céus podem até ser bonitos, mas algumas pessoas afirmam que eles estragam a imagem do horizonte porque se assemelham a uma triste mancha em meio à bela vastidão.  Dê uma olhada em qualquer metrópole e você vai notar as mesmas coisas: não há mais lugar para onde expandir; excesso de poluição; ruas abarrotadas de gente e um exército de prédios que bloqueia a passagem do sol.  Eles produzem sombras lúgrubes sobre a cidade. Impedem a entrada dos raios solares e deixam o ambiente mais frio e escuro.

A necessidade de espaços públicos é uma questão crucial para qualquer metrópole. Joanna Borek-Clement é uma designer de São Francisco (Califórnia) que idealizou uma nova maneira de construir arranha-céus usando um novo modelo arquitetônico. O desenho está inspirado na forma de um neurônio, e permitiria que fossem construídos muitos parques e áreas de lazer para a população.

O projeto de Joanna mostra edifícios “brotando” da terra e se ramificando em direção ao céu. Ela oferece assim um lugar alternativo – e longe do chão – para a vida na cidade. Essas torres interligadas seriam construídas com materiais produzidos em larga escala, o que permitiria a conservação de energia e outros importantes recursos naturais.

Eu gosto deste projeto: ajuda o meio ambiente e melhora a vida daqueles que moram nas cidades. Acho que é prático, e acredito que o projeto possa se transformar em algo concreto nos próximos anos.

Imaginem só: uma nova e complexa realidade no céu que poderia melhorar a qualidade de vida daqueles que preferem ficar lá embaixo.

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Casa / Edição Limitada

A Designer sueca, Camilla Diedrich, cria o papel de parede iluminado com fibras óticas, em homenagem ao músico Ray Charles

Camilla Diedrich

A designer sueca, Camilla Diedrich, encontrou uma maneira de combinar papel de parede com luz elétrica, a fim de criar uma forma moderna e inovadora para iluminar um ambiente. Através da incorporação de fibra ótica em papel de parede, Diedrich oferece uma maneira bonita e interessante para iluminar as nossas casas, de uma forma nunca imaginada possível antes.

Estive sempre à procura de luz, sem ter luz… estava desenhando, como sempre faço, quando o desenho deslizou no meu teclado, chegando a mim com extrema leveza. Me veio subito na mente: assim devem ser as pessoas cegas, e logo me lembrei do músico Ray Charles. Seu nome é Ray. O que significa Ray, senao a própria Luz? Camilla Diedrich.

Assim, a designer sueca Camilla Diedrich descobriu uma forma de inovar, homenageando  ao músico americano, que perdeu a visão durante a infância.

Sua linha “Nature Ray Charles” traz luz para a decoração de paredes. Uma releitura bastante moderna e romântica, estilo francês da época monárquica, cheio de flores e detalhes. O diferencial fica por conta das fibras óticas, utilizadas por ela, para tecer delicados arranjos de linhas resplandecentes, com um resultado espetacular.

A comunicação com fibra óptica,  tem suas raízes nas invenções do século XIX e foi inventada pelo físico indiano Narinder Singh Kanpany. Um dispositivo denominado Fotofen convertia sinais de voz em sinais óticos, utilizando a luz do sol e lentes montadas em um transdutor que vibrava ao entrar em contato com o som. Ela se tornou mais prática durante os anos 60 com o surgimento das fontes de luz de estado sólido, raio lazer e os LEDs,  e das fibras de vidro de alta qualidade livres de impurezas.

A fibra ótica, geralmente usada em transmissão de dados e telefonia, hoje é uma realidade revolucionária da iluminação. Em cada fibra ótica, a luz é conduzida de uma extremidade à outra, – informalmente entendidas como “encanamentos de luz” – o que proporciona um feixe de luz contínuo, de aspecto inigualável e a um custo reduzido, já que em sistemas de iluminação em fibras, uma fonte de iluminação pode alimentar diversos cabos ótico, podendo fazer um  percurso de até  centenas de quilômetros, sem a necessidade de que o sinal seja regenerado.

O utilizo desse revestimento de parede como iluminação, fornece uma significativa economia energética, além de uma beleza assaz inovativa.

A designer Diedrich, tem um talento especial para transformar superfícies planas em formas tridimensionais, ricamente texturizadas. Os papéis de parede são disponíveis em diversas cores como ouro, bronze, verde, azul e framboesa, vêm em rolos de 135 cm x 260 cm que podem ser aplicados repetidamente conforme a área desejada.

A minha intenção inicial era a de fazer papel de parede partindo da luz natural – afirma Camilla – mas deveria empregar muita tecnologia; porém, não está fora de cogitação, incrementar o desenvolvimento desse projeto, para quem há necessidade de usar desse modo. Ainda não estou certa de como e quais os meios usarei, mas, com certeza, será uma novidade entusiasmente. Seria um modo eficaz para disciplinar o consumo de energia. Conclue.

Fonte: http://www.limonada-biz.com.br/noticias/noticia.asp?id=332

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Casa / Protótipo

No Future, Podemos Lavar a Roupa Com Menos Gastos de Água e Com Mais Respeito ao Ambiente

Lavar muita roupa usando, malmente, um pouquinho de água? Tão impossível quanto isso soa, um sistema foi posto em prática onde, respeitando o ambiente, se poderá, no futuro, lavar muita roupa sem desperdício de nossos limitados e preciosos recursos naturais. Tudo isso sem precisar ir a uma fonte para lavar as roupas, como se fazia há séculos atrás.

Lavando roupa quase sem usar água? Embora isto pareça impossível, um sistema foi inventado onde eficiência de agua e respeito ao ambiente se encontram. No futuro, lavando roupa não vai gastar tanto dos nossos recursos limitados e preciosos, e tampoco quer dizer que vamos lavar roupa nos lagos como faziam há séculos atrás.

A primeira maquina de lavar foi criada em 1858 por um Hamilton Smith. Esta maquina rotativo conseguia apenas tirar o sujo de roupas. Ao longo dos anos, maquinas de lavar se tornaram cada vez mais eficazes, podiam usar detergentes e as roupas cheiravam como fossem novas, e tambem tiravam manchas. Agora, estas maquinas são usadas em casas por o mundo enteiro. Mas as consquências ambientais são notáveis, principalmente os milhões de litros de água que as maquinas carenciam para serem operadas a maxima capacidade. Pesquisadores na Universidade de Leeds, Inglaterra descobriram uma maquina de lavar que necessita muito pouca água. Apenas consome 2 por cento comparado a uma maquina de lavar convencional. Esta tecnologia ja foi nomeado o “sistema de lavar sem água”. O processo usa grânulos plásticos que se misturam com a roupa e conseguem tirar manchas sozinhos. Este processo é capaz de retirar qualquer tipo de sujidade, e quando as roupas saiem da maquina já estão praticamente secas. O processo que está sendo desenvolvido terá benefícios para a terra e o uso da água. Cada ciclagem de água vai reduzir o aumento de gastos de água em centros industriais. Ao modo que esta tecnologia circula o mundo, água fresca e usável estará disponível para outros serviços, em vez de gastar litros a lavar roupa.

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