A designer americana Joanna Borek-Clement criou um visionário projeto arquitetônico, cujo objetivo é reduzir a poluição e a superlotação nas cidades

Designer de São Francisco, Joanna Borek-Clement, criou um projeto arquitetônico urbano inovador que conseguia reduzir a poluição e as ruas lotadas. Céu-terra é um sistema estrutural baseado no conceito de adicionar um novo padrão, ecologicamente responsável para as principais cidades, adicionando novos espaços públicos para as cidades que já estão lotadas.
Os arranha-céus podem até ser bonitos, mas algumas pessoas afirmam que eles estragam a imagem do horizonte porque se assemelham a uma triste mancha em meio à bela vastidão. Dê uma olhada em qualquer metrópole e você vai notar as mesmas coisas: não há mais lugar para onde expandir; excesso de poluição; ruas abarrotadas de gente e um exército de prédios que bloqueia a passagem do sol. Eles produzem sombras lúgrubes sobre a cidade. Impedem a entrada dos raios solares e deixam o ambiente mais frio e escuro.
A necessidade de espaços públicos é uma questão crucial para qualquer metrópole. Joanna Borek-Clement é uma designer de São Francisco (Califórnia) que idealizou uma nova maneira de construir arranha-céus usando um novo modelo arquitetônico. O desenho está inspirado na forma de um neurônio, e permitiria que fossem construídos muitos parques e áreas de lazer para a população.
O projeto de Joanna mostra edifícios “brotando” da terra e se ramificando em direção ao céu. Ela oferece assim um lugar alternativo – e longe do chão – para a vida na cidade. Essas torres interligadas seriam construídas com materiais produzidos em larga escala, o que permitiria a conservação de energia e outros importantes recursos naturais.
Eu gosto deste projeto: ajuda o meio ambiente e melhora a vida daqueles que moram nas cidades. Acho que é prático, e acredito que o projeto possa se transformar em algo concreto nos próximos anos.
Imaginem só: uma nova e complexa realidade no céu que poderia melhorar a qualidade de vida daqueles que preferem ficar lá embaixo.
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