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Casa

A designer americana Joanna Borek-Clement criou um visionário projeto arquitetônico, cujo objetivo é reduzir a poluição e a superlotação nas cidades

Designer de São Francisco, Joanna Borek-Clement, criou um projeto arquitetônico urbano inovador que conseguia reduzir a poluição e as ruas lotadas. Céu-terra é um sistema estrutural baseado no conceito de adicionar um novo padrão, ecologicamente responsável para as principais cidades, adicionando novos espaços públicos para as cidades que já estão lotadas.

Os arranha-céus podem até ser bonitos, mas algumas pessoas afirmam que eles estragam a imagem do horizonte porque se assemelham a uma triste mancha em meio à bela vastidão.  Dê uma olhada em qualquer metrópole e você vai notar as mesmas coisas: não há mais lugar para onde expandir; excesso de poluição; ruas abarrotadas de gente e um exército de prédios que bloqueia a passagem do sol.  Eles produzem sombras lúgrubes sobre a cidade. Impedem a entrada dos raios solares e deixam o ambiente mais frio e escuro.

A necessidade de espaços públicos é uma questão crucial para qualquer metrópole. Joanna Borek-Clement é uma designer de São Francisco (Califórnia) que idealizou uma nova maneira de construir arranha-céus usando um novo modelo arquitetônico. O desenho está inspirado na forma de um neurônio, e permitiria que fossem construídos muitos parques e áreas de lazer para a população.

O projeto de Joanna mostra edifícios “brotando” da terra e se ramificando em direção ao céu. Ela oferece assim um lugar alternativo – e longe do chão – para a vida na cidade. Essas torres interligadas seriam construídas com materiais produzidos em larga escala, o que permitiria a conservação de energia e outros importantes recursos naturais.

Eu gosto deste projeto: ajuda o meio ambiente e melhora a vida daqueles que moram nas cidades. Acho que é prático, e acredito que o projeto possa se transformar em algo concreto nos próximos anos.

Imaginem só: uma nova e complexa realidade no céu que poderia melhorar a qualidade de vida daqueles que preferem ficar lá embaixo.

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Casa

A Designer sueca, Camilla Diedrich, cria o papel de parede iluminado com fibras óticas, em homenagem ao músico Ray Charles

Camilla Diedrich

A designer sueca, Camilla Diedrich, encontrou uma maneira de combinar papel de parede com luz elétrica, a fim de criar uma forma moderna e inovadora para iluminar um ambiente. Através da incorporação de fibra ótica em papel de parede, Diedrich oferece uma maneira bonita e interessante para iluminar as nossas casas, de uma forma nunca imaginada possível antes.

Estive sempre à procura de luz, sem ter luz… estava desenhando, como sempre faço, quando o desenho deslizou no meu teclado, chegando a mim com extrema leveza. Me veio subito na mente: assim devem ser as pessoas cegas, e logo me lembrei do músico Ray Charles. Seu nome é Ray. O que significa Ray, senao a própria Luz? Camilla Diedrich.

Assim, a designer sueca Camilla Diedrich descobriu uma forma de inovar, homenageando  ao músico americano, que perdeu a visão durante a infância.

Sua linha “Nature Ray Charles” traz luz para a decoração de paredes. Uma releitura bastante moderna e romântica, estilo francês da época monárquica, cheio de flores e detalhes. O diferencial fica por conta das fibras óticas, utilizadas por ela, para tecer delicados arranjos de linhas resplandecentes, com um resultado espetacular.

A comunicação com fibra óptica,  tem suas raízes nas invenções do século XIX e foi inventada pelo físico indiano Narinder Singh Kanpany. Um dispositivo denominado Fotofen convertia sinais de voz em sinais óticos, utilizando a luz do sol e lentes montadas em um transdutor que vibrava ao entrar em contato com o som. Ela se tornou mais prática durante os anos 60 com o surgimento das fontes de luz de estado sólido, raio lazer e os LEDs,  e das fibras de vidro de alta qualidade livres de impurezas.

A fibra ótica, geralmente usada em transmissão de dados e telefonia, hoje é uma realidade revolucionária da iluminação. Em cada fibra ótica, a luz é conduzida de uma extremidade à outra, – informalmente entendidas como “encanamentos de luz” – o que proporciona um feixe de luz contínuo, de aspecto inigualável e a um custo reduzido, já que em sistemas de iluminação em fibras, uma fonte de iluminação pode alimentar diversos cabos ótico, podendo fazer um  percurso de até  centenas de quilômetros, sem a necessidade de que o sinal seja regenerado.

O utilizo desse revestimento de parede como iluminação, fornece uma significativa economia energética, além de uma beleza assaz inovativa.

A designer Diedrich, tem um talento especial para transformar superfícies planas em formas tridimensionais, ricamente texturizadas. Os papéis de parede são disponíveis em diversas cores como ouro, bronze, verde, azul e framboesa, vêm em rolos de 135 cm x 260 cm que podem ser aplicados repetidamente conforme a área desejada.

A minha intenção inicial era a de fazer papel de parede partindo da luz natural – afirma Camilla – mas deveria empregar muita tecnologia; porém, não está fora de cogitação, incrementar o desenvolvimento desse projeto, para quem há necessidade de usar desse modo. Ainda não estou certa de como e quais os meios usarei, mas, com certeza, será uma novidade entusiasmente. Seria um modo eficaz para disciplinar o consumo de energia. Conclue.

Fonte: http://www.limonada-biz.com.br/noticias/noticia.asp?id=332

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Casa

No Future, Podemos Lavar a Roupa Com Menos Gastos de Água e Com Mais Respeito ao Ambiente

Lavar muita roupa usando, malmente, um pouquinho de água? Tão impossível quanto isso soa, um sistema foi posto em prática onde, respeitando o ambiente, se poderá, no futuro, lavar muita roupa sem desperdício de nossos limitados e preciosos recursos naturais. Tudo isso sem precisar ir a uma fonte para lavar as roupas, como se fazia há séculos atrás.

Lavando roupa quase sem usar água? Embora isto pareça impossível, um sistema foi inventado onde eficiência de agua e respeito ao ambiente se encontram. No futuro, lavando roupa não vai gastar tanto dos nossos recursos limitados e preciosos, e tampoco quer dizer que vamos lavar roupa nos lagos como faziam há séculos atrás.

A primeira maquina de lavar foi criada em 1858 por um Hamilton Smith. Esta maquina rotativo conseguia apenas tirar o sujo de roupas. Ao longo dos anos, maquinas de lavar se tornaram cada vez mais eficazes, podiam usar detergentes e as roupas cheiravam como fossem novas, e tambem tiravam manchas. Agora, estas maquinas são usadas em casas por o mundo enteiro. Mas as consquências ambientais são notáveis, principalmente os milhões de litros de água que as maquinas carenciam para serem operadas a maxima capacidade. Pesquisadores na Universidade de Leeds, Inglaterra descobriram uma maquina de lavar que necessita muito pouca água. Apenas consome 2 por cento comparado a uma maquina de lavar convencional. Esta tecnologia ja foi nomeado o “sistema de lavar sem água”. O processo usa grânulos plásticos que se misturam com a roupa e conseguem tirar manchas sozinhos. Este processo é capaz de retirar qualquer tipo de sujidade, e quando as roupas saiem da maquina já estão praticamente secas. O processo que está sendo desenvolvido terá benefícios para a terra e o uso da água. Cada ciclagem de água vai reduzir o aumento de gastos de água em centros industriais. Ao modo que esta tecnologia circula o mundo, água fresca e usável estará disponível para outros serviços, em vez de gastar litros a lavar roupa.

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