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Entretenimento

Na década de 50 nós imaginávamos uma televisão muito diferente do que ela se tornou nos dias de hoje. Ou é igual?

Este cartoon de 1953 nos leva a uma viagem fantástica das possibilidades da televisão, no tempo de “novos” meios de comunicação.

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Sempre gostei de revisitar a ficção do passado a fim de jogar um dos jogos mais clássicos: marque as diferenças. Este é o jogo que eu convido todos vocês a jogar hoje, enquanto assistem ao vídeo.

Neste cartoon da MGM, de 1953, o diretor de Tex Avery e o produtor Fred Quimby apresentaram suas visões extravagantes para “televisões do futuro.” Apesar de nenhuma de suas idéias malucas existirem hoje, o desenho animado ainda vale a pena por outros motivos. Em primeiro lugar, o vídeo mostra algumas das crenças da época sobre lugares adequados que homens e mulheres ocupavam na sociedade (pense na televisão no interior da máquina de lavar).

O cartoon é também uma grande representação do poder que a tecnologia tem de provocar a imaginação humana. Na época que este desenho foi feito, as televisões eram algumas das mais novas e complexas peças tecnológicas que as pessoas haviam tido contato. Ao apresentar idéias sobre as possibilidades de televisores, Avery e Quimby acham graça porque diversas vezes as pessoas têm concepções muito elevadas de como a tecnologia tem a capacidade de melhorar a existência humana. Ainda assim, muitas das inovações foram muito práticas e úteis durante este período. Visto que a televisão do futuro foi capaz de corrigir automaticamente uma imagem difusa, talvez atelevisão do futuro será capaz de reconhecer o telespectador e escolher automaticamente os programas de TV desejados. Nós temos apenas que esperar e ver.

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Entretenimento

O novo iPhone, será dotato de leitor RFID, que usa objetos físicos para controlar a reprodução de mídia, interage com os tags das mercadorias que devemos comprar a faz os pagamentos

iPhone RFID

A Apple, pioneira no que toca a inovação, está para lançar o iPhone equipado com leitor de RFID. É só uma questão de tempo e a tecnologia RFID se difundirá entre os dispositivos e o código de barras desaparecerá definitivamente das lojas ao redor do mundo.

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O próximo iPhone 4G com chip RFID ( Identificação a rádio frequência) permitirá di haver um dispositivo muito adaptável. RFID é uma tecnologia para a identificação automática de objetos, animais ou pessoas (AIDC Automatic Identifing and Data Capture).

Trata-se de um método de identificação automática através de sinais de rádio, recuperando e armazenando dados remotamente através de dispositivos chamados de tags RFID.

O uso desta tecnologia dão infinitas possibilidades e, atualmente, existem planos de implementar o RFID em empresas, medicina, comercio geral, passaportes, badge, carta di crédito e sistema de autentificação. E em breve podemos até ter condições de jogar no nosso iPhone sem sequer tocar no botão “Play”.

Apesar de agora termos a possibilidade de acessar a internet e jogar com nossos celulares, a tecnologia está prestes a ficar ainda mais interativa. RFID é utilizado em telefones celulares, sob o termo Near Field Communications (NFC). Incorporando um leitor NFC para o iPhone permitirá ao telefone de interagir com outros objetos ao redor dele. Essa tecnologia poderá mudar completamente a forma de comercialização, e tem gente já pensando em adquirir i iPhone para usar como reader RFDI para controlar estoques das fábricas, controlar os  inventáse rios, interagir com os tags das mercadorias que deve comprar ou fazer os pagamentos diretamente do celular. Enfim, que seja bemvindo.

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Entretenimento

Campeonato Nacional de Texto: a busca pelo texto mais rápido

As novas tecnologias não estão apenas mudando o nosso cotidiano e o modo como trabalhamos e nos comunicamos com os outros, elas também estão trazendo novos hábitos para as nossas sociedades. O Campeonato Nacional de Mensagens de Texto, realizado em Nova York, é um exemplo de tal fenômeno. A idéia é simples: quem escreve mais rápido a mensagem de texto ganha. Houve somente três provas até agora, mas o evento está rapidamente atraindo mais e mais americanos.

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Você sabe o que foi escrito na primeira mensagem de texto enviada? “Feliz Natal”. Era o Natal de 1992, e aos 22 anos de idade, Neil Papworth enviou seus cumprimentos de Natal ao seu colega Richard Jarvis, que naquele momento estava em uma festa perto do complexo Vodafone, em Newbury, Inglaterra. Para enviar a mensagem Papworth usou o teclado de um computador. Mal sabia ele o tipo de revolução tecnológica que ele havia começado.

18 anos depois, o número de mensagens de texto enviadas ultrapassou os 2 trilhões. As mensagens de texto não só criaram uma nova maneira de se conectar com as pessoas, mas também trouxeram uma nova maneira de falar e novas normas culturais. A fim de encaixar uma mensagem inteira em apenas 160 caracteres, as pessoas têm criado um novo vocabulário, começaram a incluir símbolos nas mensagens e deram aos números uma nova funcionalidade. Os adolescentes são os inventores desta nova forma de falar, e a campeã nacional de textos em 2009 é Kate Moore, de 15 anos. O que significa ser o campeã de mensagens? Um troféu de primeiro lugar, R$ 90,125.0005, e benefícios para o resto do ano.

O Campeonato Nacional de Mensagens não é fácil: há várias eliminatórias, que incluem diversos obstáculos, como escrever mensagens de texto com os olhos vendados e escrever enquanto está sendo incomodado e distraído. Kate, que em média envia 14.000 mensagens por mês, com faturas telefônicas pouco menores do que 300 páginas, ganhou de mais de 250.000 textos para conquistar o primeiro lugar.

O que significa esta nova e inovadora competição para as nossas sociedades futuras? Isso demonstra como nossa cultura está evoluindo rapidamente. Estamos constantemente procurando maneiras melhores e mais eficientes de comunicação existentes no mundo. Sem dúvida, a tendência de mensagens tem crescido exponencialmente, enquanto cada vez mais os adultos estão começando a usar mensagens de texto como sua principal forma de comunicação.

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Investigadores da Universidade da Califórnia, Berkeley, liderado pelo professor Xiang Zhang usam Metamateriais para dar invisibilidade a objetos e pessoas

Os cientistas na Universidade de Berkeley, Califórnia, projetaram materiais que podem modificar a direção natural da luz visível, e tornar o objeto invisível aos olhos humanos. Estes materiais 3D, formam ondas curvas de luz ao redor do objeto em que são aplicadas. Graças a esta nova tecnologia, as pessoas, num futuro próximo, poderão usar um manto feito com esses materiais e, realmente, se tornarem  invisíveis.

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O que você faria se pudesse ficar invisível?

Perguntando assim, a “queima-roupa”, fica difícil de responder, visto a imensidão de respostas que nos vêm em mente.  Mas, se essa moda pegar, fique atento, não sò a quem “NÃO” está por perto de você, mas, principalmente, pelos seus objetos de valor que poderão evaporar-se, em um piscar de olhos.

Investigadores da Universidade de Berkeley, Califórnia, liderados pelo professor Xiang Zhang, do Nanoscale Scienze e Centro de Engenharia, juntaram, pela primeira vez em 3-D, material capaz de desviar a direção natural da luz visível, através de iluminação infravermelho e anunciam que podem dar invisibilidade a objetos e pessoas, fazendo-os desaparecer da nossa vista.

O coordenador do projecto, Xiang Zhang explica que esta ilusão é conseguida usando metamateriais, que são materiais compósitos com propriedades capazes de desviar as ondas electromagnéticas.

O segredo é cobrir o objeto com um manto especial, (uma tecitura semelhante à das redes de pesca, fabricados a partir de nanofios de prata), formando, assim, uma espécie de capa sobre o objecto a ocultar ou um escudo de invisibilidade a partir do ponto de vista do observador.

A característica em comum aos metamateriais artificiais é a refração negativa. Em contraste, todos os objetos encontrados na natureza exibem um índice de refração positivo – medida da quantidade de ondas eletromagnéticas que são dobradas quando o objeto se desloca de um meio para outro.

Efetivamente, eles conseguiram “dobrar” a luz como a uma esquina. Seria como um pedaço de madeira inserido até a metade em água, que aparenta estar dobrando em direção à superfície. Se a água exibisse refração negativa, a parte submersa da madeira iria aparecer completamente sobressaída da água, na direção oposta de sua atual posição.

A técnica será aplicável a pequenos e grandes objectos e estruturas. Um edifício, um tanque de combate (e mesmo soldados) pode ser ocultado com recurso a esta técnica de camuflagem. As primeiras aplicações poderão ser exclusivas do âmbito militar, mesmo porque o autor da encomenda é o Pentágono.

Os autores da pesquisa consideram que, apesar deste avanço, ainda se está longe também de criar mantos semelhantes aos usados por Harry Potter, até porque os metamateriais desta sua experiência são metálicos e bastante frágeis. Além disso, o fabrico em larga escala constituiria um desafio gigantesco. Jornal de Notícias

Fonte: http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/08/12/e120827414.html

Mais Informações:

Curiosidade: http://www.descealenha.com/index.php/o-homem-invisivel

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