Um peixe-robô, desenvolvido por cientistas britânicos da Universidade de Essex, está pronto para ser usado no combate à poluição marinha e ajudar no monitoramento dos níveis de poluição da água.
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Os robôs, em formato de carpa, tem cerca um metro e meio de comprimento, imitam o movimento de peixes reais e são equipados com sensores químicos para detectar poluentes perigosos na água como vazamentos de embarcações ou oleodutos submersos.
A transmissão das informações captadas será feita usando tecnologia Wi-Fi. Os robôs serão capazes de navegar isoladamente, sem qualquer interação humana.
A equipe espera que a mesma técnica, com outros peixes-robôs, seja utilizada em rios, lagos e mares de todo o mundo.
Rory Doyle, cientista sênior da empresa de engenharia TMO Group, que desenvolveu o peixe-robô, com auxílio da equipe de pesquisadores da Universidade de Essex, disse que houve boas razões para fazer um robô em forma de peixe pois pretende, não apenas analisar substâncias na superfície, como óleo, mas também as que se dissolvem na água.
Pensando em soluções para a habitação em 2050, quando espera-se, segundo a ONU, que 74% da população viva em áreas urbanas, a Electrolux convidou os estudantes para desenvolver idéias para viver com conforto, utilizando espaços cada vez menores. Com esse propósito, Lichen Guo, um estudante de desenho industrial chinesa, finalista do prêmio Electrolux Design Lab 2010,promove uma máquina de lavar roupa desmontável, compacta e versátil, integrando cesto de roupa suja e lavadora em um único acessório, para economizar espaço.
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A cápsula de roupa suja é montada em um motor de parede chamada de braço energético, que libera vapor, contribuindo no processo de limpeza.
Um designer sul coreano, Kyung Kim Kuk, criou o conceito Wind Lamp, um candeeiro vertical em forma de gota de água para instalar sob a ponte sobre o rio Han, de forma a potenciar a utilização das suas margens pelos habitantes de Seul. Estes candeeiros possuem um gerador de energia eólica para alimentar não só os LED do próprio sistema, mas também capaz de gerar energia suficiente para alimentar outros candeeiros da rua e elementos existentes na ponte. Uma idéia inovativa que embeleza a cidade e ilumina o futuro sem onerar os recursos.
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O atelier japonês Torafu Architects, já habituado a grandes projetos de design de interiores que caracterizam o seu portfólio e que o tornou internacionalmente famoso, projetou o Vaso Aéreo, idealizado por Kamino Kousakujo, e parece ser formado por 20% de matéria e o resto de ar.
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É um recipiente feito de um papel leve que dá a resistência e força suficientes para assegurar a sustentabilidade. O papel possui cores diferentes de cada lado, gerando impressões distintas de tons, de acordo com os ângulos de visão que incidem sobre o objeto, criando efeitos de ótica.
Esteticamente impecável, versátil, o vaso aéreo pode ser manipulado, moldando-o em formas e cores diferentes, podendo se obter, de vez em quando, uma tigela baixa, um vaso a cilindro, uma lixeira ou uma garrafa com o gargalo estrangulado. Sendo de papel, deve ser, naturalmente, mantidos longe da água. Caso você deseje usar flores, deve ser introduzido no seu interior, um simples recipiente de vidro.
O aparelho modular de Mathew Gilbride – Elements Modular Kitchen – traduz a cozinha do futuro, pois ele quebra os conceitos de cozinhar, resfriar e organizar ao mesmo tempo, de forma prática e customizada.
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As Prateleiras In-One kichen são sistemas modulares , montados na parede, que proporcionam flexíveis modos de cozinhar, refrigeração, ar condicionado, iluminação e design ambiental. Tudo isso para que você tenha mais espaço nobre em sua casa. A personalização é oferecida para que se possa instalar as unidades da forma que o usuário preferir.
As unidades múltiplas e superfícies, funcionam automaticamente em conjunto, através de redes inteligentes sem fio, “Powermat”, tecnologia aplicada à parede, que é completada através de energia solar, conforme necessário.
No futuro será possível medir a pressão arterial, identificar a taxa de açúcar no sangue e controlar o peso sem levantar do vaso.
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A empresa japonesa Daiwa House, desenvolveu um banheiro que monitora a sua saúde, através de um sistema que permite ao usuário fazer um check-up instantâneo quando vai ao banheiro. Além isso, calcula as calorias consumidas durante as refeições e dar dicas de exercícios físicos e conselhos nutricionais.
Por meio do softwareKenko Kanri Kun, o Intelligent Toilet possibilita o armazenamento de dados de até cinco usuários, proporcionando uma medição contínua e comparativa da saúde de toda a família. A visualização de todas as informações registradas, é disponibilizada em uma tela fixa à parede ou balcão ao lado da patente.
Apenas com esses parâmetros, é possível evitar ou acompanhar o avanço de doenças coronárias, obesidade e hipertensão. O objetivo é que essa tecnologia se torne uma grande aliada na mudança de estilo de vida das pessoas em busca da longevidade.
Dubai é o mais surpreendente canteiro de obras do mundo atual. O mais recente anúncio é a construção da cidade do futuro, uma ecopirâmide gigantesca, projetada para ser a cidade do futuro, totalmente auto-sustentável, podendo abrigar um milhão de habitantes.
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Muito apropriadamente, esta mega estrutura, lançada pela Dubai-based Design Company- empresa pioneira em design ambiental – já foi batizada como Ziggurat que era uma gigantesca estrutura sagrada, bastante comum nos povos antigos da mesopotâmia, sendo o mais notável, o da divindade padroeira da cidade de Ur.
A superestrutura em forma de pirâmide, é baseada no conceito de carbono neutro e energias renováveis e ocupará uma area de 2,3 quilômetros quadrados. O projeto prevê a instalação de turbinas eólicas e painéis solares para produção de energia, e sensores biométricos – como leitores de impressão digital e da íris – para controlar a segurança dos moradores.
As áreas verdes públicas e privadas serão projetadas para áreas de lazer e agricultura irrigada e todo o lixo tratado e reaproveitado.
O sistema de transporte público, supereficiente, conectado em todo o complexo por uma rede integrada de 360 graus, funcionará tanto vertical quanto horizontalmente, dispensando o uso de carros particulares.
A Timelinks afirma que os seus Ziggurat serão totalmente auto-suficientes, capazes de funcionar utilizando vapor de água, vento e outros recursos naturais. As tecnologias incorporadas ao projeto irão transformar Ziggurat em uma metrópole viável.
Um dos maiores arquitetos americanos do século XX, Louis Kahn (1901-1974), é provavelmente mais conhecido pela construção do Palácio da Assembléia Nacional, em Bangladesh, que trouxe a democracia àquele país.
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Seu filho, o cineasta Nathaniel Kahn, como não conviveu intimamente com o pai, 35 anos depois, busca desvelar a presença paterna, por meio do conhecimento de sua obra e homenageia o grande arquiteto com um documentário fantástico -My Architect – (A Son’s Journey, 2003), onde tenta recuperar as memórias e as referências que Nathaniel Kahn tinha do seu pai. Uma visão apaixonada de Nathaniel que recupera, assim, o percurso do pai, de forma muito emotiva… e, de fato, quem vai a Dhaka ao Jatiyo Sangsad Bhaban já não volta o mesmo…
Veneza está afundando e para salvá-la, Rachel Armstrong diz que é preciso superar a arquitetura feita de materiais inertes e criar uma arquitetura que cresce por si próprio, capaz de regenerar-se como organismos vivos.
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Lhe chamaram de ciência criativa, intelectual enciclopédica, arquiteta. Mas, Rachel Armstrong, se define, não só projetista de arquitetura vivente, mas, também, bióloga de síntese.
No final de 2008, quando viu uma gota redonda salpicar, aqui e ali em um prato, dando forma a um bloco de construção elementar, Rachel percebeu que se tratava da combinação entre uma ferramenta de projeto e um agente biológico. Foi então que, compreendendo esses dois aspectos, Rachel resolveu analisar o potencial na área de projeto arquitetônico.
Segundo Rachel Armstrong, a superfície dos prédios pode oferecer uma grande oportunidade de interagirmos, de maneira natural e saudável, com o mundo que nos cerca. Vários exemplos dessa conexão têm sido usados por arquitetos ao longo dos anos, como a ponte viva de Cherrapungi, no nordeste da Índia, que é de ramos naturais guiados pela mão humana, um vão de mais de 30 metros, que suporta o peso de 50 pessoas; as obras de Gaudí (1852-1926), que, através de tecidos recheados de argila, ganhavam forma, graças à gravidade e, segundo o arquiteto americano Matthias Hollwich, será possível criar cidades com energia fornecida pelas plantas.
Rachel, em suas pesquisas arquitetônicas, redefine a arquitetura e faz projetos com o uso das protocélulas que é muito semelhante a um sistema operacional. Elas são uma espécie de tecnologia viva, pois se movem, “sentem” e modificam o ambiente a sua volta, apesar de não terem nenhum DNA. “É como uma plataforma de distribuição, um recipiente onde você pode colocar a informação química que pode ser distribuído no espaço e no tempo, dando origem a resultados bastante diferentes”. Afirma Rachel.
Em um de seus experimentos, conseguiu reproduzir uma substância aparentada do calcário, a partir de dióxido de carbono dissolvido em água. Armstrong acredita, que essa tecnologia poderá ser a alternativa para salvar Veneza, na Itália, uma das cidades mais belas da humanidade e que está sendo ameaçada de ser totalmente coberta pelo mar.
Veneza é construída sobre estacas de madeira que têm sido corroídas com o passar dos anos. Como a bela cidade continua a afundar, Armstrong espera que a tecnologia protocell seja capaz de recuper a cidade, fazendo crescer um recife de calcário em torno das estacas. Essas células seriam usadas para fins de reforço, ao invés de apenas criar um recife nos canais.
Seu projeto de pesquisa que vai além da biônica, Não é uma questão de copiar a biologia ou de construir estruturas ao Buckminster Fuller, significa usar a física e a química de uma forma muito prática. Sublinha Armstrong.
A História verifica que nada é impossível de ser concretizado. As idéias futurístas de hoje poderão ser as realidades de amanhã. A famosa frase de George Bernard Shaw pode sintetizar grandemente a utopia de Jacque Fresco: Alguns homens vêem as coisas como são e perguntam: “Porquê?” Eu sonho com as coisas que nunca existiram e pergunto: Porque não?
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De acordo com Jacque Fresco, a economia baseada no lucro – o atual sistema monetário – gera escassez, pobreza, crime, corrupção e guerra. Impede também o saudável desenvolvimento da tecnologia, que deveria ser utilizada para benefício da sociedade e não em prol da poluição, da construção de armas, da massificação do consumo e da alienação. Jacque Fresco acredita que é possível construir uma sociedade em que as pessoas tenham vida mais longa, com mais saúde e com mais significado. Parece uma utopia, mas as utopias do passado são a realidade do presente, e Jacque propõe reestruturar toda a sociedade, começando do zero, e o quanto antes.
“A civilização não é um estado estático. É um processo que está constantemente acontecendo”. Para o futurista Jacque Fresco, o grande compromisso de projeto para o futuro é de prever, integrar e influenciar estas mudanças de forma que melhore a qualidade de vida tanto para os seres humanos quanto para o meio ambiente.
Existem poucos homens que conseguiram, com suas invenções e idéias, deixar uma marca significativa na história da humanidade. Assistindo a entrevista de Jacque Fresco com Larry King, em 1974, se tem a impressão de estar olhando para um moderno Leonardo da Vinci. Os desenhos e projetos que ele mostra para o público revelam, de imediato, a personalidade de um grande visionário do futuro. Fresco é um cientista, um arquiteto, um designer e um engenheiro, mas, o mais importante, ele é também, um grande filósofo, um homem que gastou quase um século, estudando a nossa sociedade e elaborando idéias que possam apoiar e aumentar o bem-estar da humanidade.
Além de ter participado em projetos que tenham a ver com tecnologia e ciência, ele é também o fundador do Projeto Vênus, uma organização que propõe um plano viável de ação para a mudança social. Fresco tem trabalhado num amplo leque de temas, desde o campo da biomédica até à área dos sistemas sociais integrados.
Jacque sonha um mundo onde estudantes e investigadores poderão freqüentar a universidade subaquática, e olhar pela janela para observar os ecossistemas naturais do oceano. Segundo a “designer social” e futurista, como Fresco gosta de se chamar, a humanidade já tem em suas mãos as ferramentas necessárias para inovar e reconstruir nosso mundo. Ciência e tecnologia não bastam: é necessário ter uma visão otimista, e a vontade de redesenhar completamente a nossa cultura e o nosso modo de vida.
“Todas as maravilhas e prodígios da tecnologia pode representar para o homem, nada menos que eleva-lo ao seu mais alto potencial. Este é o objetivo do futuro do design. “ – Jacque Fresco