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Negócios

Para driblar a crise economica? A nova forma de marketing hoje è ”Usar e pagar quanto quiser!”

Pagar quanto quiser

A crise traz consigo algumas oportunidades. A questão é descobrí-las e saber aproveitá-las.

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Pague quanto quiser é uma fórmula que produz uma nova abordagem ao marketing, cujo objetivo é oferecer produtos e serviços mais atraentes aos consumidores e permitir ao cliente estabelecer o preço mais adequado.

A idéia é inovadora e inspira poupança, o que se revela acertado para os nossos dias.  Se é possível personalizar cada tipo de produto ou serviço na sociedade de hoje, então os preços também devem ser negociáveis.

A tendência do Pague-quanto-quiser, para driblar a crise econômica, está atingindo vários setores. Agora, é possível pagar por uma refeição de acordo com o que acreditamos que seja justo. O restaurante londrino Litle Bay, deixa para os clientes a decisão sobre quanto vale o prato.

A mesma estratégia foi adotada pelo hotel Ibis Singapura, em Bencoolen, e mais de 18 Hotéis em Portugal, onde, por tempo limitado, foi transformado em uma estrutura de pague quanto quiser.

A Mansion Wrigley, em Phoenix, Arizona, usou o pagar o que você quiser“, a fim de permitir que os clientes decidam por si mesmos o que eles gostariam de pagar por sua experiência de refeição. Pode-se fazer o pedido a partir do menu e, no final da refeição, se avalia a satisfação pelo serviço, escolhendo o preço que deseja pagar. A crescente popularidade desta tendência é o investimento direto que os clientes têm com seus produtos desejados.

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A Lemoptix está desenvolvendo o micro-projetor LView a laser, menor que um cartão de crédito, compatível com o smartphone

micro-projetor LView

A empresa suíça Lemoptix, junto à Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), está desenvolvendo um micro-projetor de bolso – LView – com uma cabeça de projeção de 1 cm³ e que utiliza lasers para gerar imagens. Menor que um cartão de crédito comum, o micro-projetor usa ótica de MEMS (Mirco-Electro-Mechanical System), funcionando com pequenos espelhos milimétricos, montados em cima de um disco de silício, que refletem laser em vermelho, azul e verde, e são capazes de escanear 20 mil vezes por segundo, uma superfície.

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O aparelho, compatível com smartphones, laptops e câmeras digitais, é capaz de gerar imagens in VGA, sempre em foco, mesmo com alteração de posição e distância do projetor, com uma resolução VGA (640 x 480 pixels) para uma distância mínima de 50 centímetros,  em uma tela de 15 polegadas. O Microprojector LView tem 7 mm de espessura e gera imagens com intensidade de 10 lúmens.

Será possível, também, integrar o micro-projetor a uma câmera e aproveitar os recursos da realidade aumentada, garantem os fabricantes.

Espera-se que outras indústrias como fábricas de automóveis e centros cirúrgicos, possam usufruir deste revolucionário equipamento reprodutor.

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Pulse Smartpen – a caneta que tem o poder de transformar texto manuscrito em um arquivo interativo

Smartpen

A Livescribe em Oakland, Califórnia, está lançando oficialmente a Pulse Smartpen, uma caneta que captura suas anotações, ao mesmo tempo em que grava o áudio que fica sincronizado com o seu texto. A nova caneta Livescribe Pulse Smartpe, foi desenhada para digitalizar as palavras e desenhos que os usuários colocam no papel e assim lhes dar vida, agregando inclusive som.

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Esta caneta é perfeita para quem precisa fazer anotações durante uma palestra ou uma aula, e tem um sistema muito simples para ouvir o que foi gravado chamada de paper replay, enquanto você estiver digitando. A caneta inteligente, permite a criação de multimídia baseada em papel, como cartões de visita interativos.

Se trata de um verdadeiro computador embutido dentro de uma caneta, a Pulse tem um processador ARM 9 uma câmera infra-vermelha de alta velocidade com sistema de posicionamento de pontos (DPS – Dot Positioning System) que funciona em um papel especial com pontos.

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Jim Carroll, futurista de renome mundial, pensa como ajudar a enfrentar os desafios do ajuste econômico, com foco na inovação

Jim Carroll, um dos principais lideres futuristas a nível mundial, concentra-se na inovação para ajudar as pessoas com dificuldade econômica. É a sua inspiração, o pensamento transformador que irá ajudá-lo a encontrar oportunidades numa época de alta velocidade da mudança. Afirma.

Futurista Jim Carroll

Jim Carroll, um dos principais futuristas do mundo, especialista em tendências e inovação, se tornou conhecido internacionalmente, por sua visão de vanguarda. Ele foi nomeado pela Business Week como uma das quatro principais fontes de insight sobre criatividade e inovação, e foi palestrante destaque na série horário nobre, O Futuro da Inovação, CNBC, conduzida por Maria Baritoromo.

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Esceveu 10 Grandes palavras para a Inovação. São dez palavras importantes para as pessoas encontrarem o caminho certo: observar, pensar, mudar, ousar, banir, tentar, capacitar, perguntar, crescer e fazer. Ele cria regras motivacionais, visando despertar o público de sua letargia atual e fazer com que as pessoas vislumbrem um futuro melhor.

Como um líder global futurista , dedica seu tempo a ajudar as pessoas e organizações a entender como elas podem utilizar o hoje, agressivamente, para obter resultados satisfatórios no amanhã. Jim Carroll desperta as pessoas para as tendências que irão afetá-las , e para os desafios de lidar com um mundo em contínua mudança..

Algumas das maiores organizações do mundo, como a Walt Disney Corporation, CapitolOne, Nestlé e Visa, DaimlerChrysler, Caterpillar , Motorola, Towers Perrin , a British Broadcasting Corporation ( BBC) , Harvard Pilgrim Health Care , Waters Corporate, Manufacturers Association , SAP, todas se voltaram para Jim Carroll, procurando um insight para o futuro.  Não é de admirar que tais organizações mundiais estão adotando mensagens-chave de Jim Carroll. Os tempos exigem uma rápida mudança ousada e novos níveis de criatividade e inovação dentro de cada organização, e Jim Carroll é conhecido exatamente por afetar essas mudanças, atraindo resultados seguros e duradouros.

Jim Carroll estudou mais de dez anos para conhecer o que torna as empresas incansavelmente criativas, e como montar as tendências críticas , a fim de alcançar o sucesso.

A experiência de Jim Carroll e a sua capacidade de personalizar cada projeto, o permite a enfrentar as dificuldades em quase todos os campos: indústria , agricultura , saúde, farmacêutica, telecomunicações, varejo , bens de consumo , desenvolvimento econômico, serviços financeiros, seguros , educação e muitos outros. Para ele, nenhuma idéia é idiota demais. Toda idéia é benvinda.

Jim Carroll oferece novas maneiras positivas de olhar para o futuro. Devemos olhar para a frente a novas possibilidades, em vez de temer o que pode acontecer. Talvez, nós poderemos mudar as coisas, por simplesmente ter uma melhor perspectiva de vida.

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Gary Hamel, o mais influente pensador do mundo dos negócios: A estratégia é revolução. Isto é, a mudança deve ser uma forma de vida para todas as empresas.

Esqueça o que você sabe sobre gestão, diz o gurú de estratégia empresarial, Gary Hamel. Nada disso vai ajudá-lo a vencer os desafios que sua empresa enfrenta. Estamos vivendo em um mundo onde é a inovação que gera riqueza.

Gary Hamel

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Fundador da consultoria internacional Strategos – sediada na California, bem no coração do Silicon Valley - e professor visitante da London Business School Gary Hamel é atualmente professor convidado de Estratégia e Gestão Internacional da London Business School e diretor do Management Innovation Lab. Escreveu, na área da gestão, vários artigos para jornais e revistas como, a Harvard Buiness Review, o Wall Street Journal e o Financial Times.

Gary Hammel é considerado o gurú da estratégia pela revista Economist, o maior especialista em estratégia de negócios pela revista Fortune e um inovador da gestão sem par pelo jornal Financial Times. Foi considerado o mais influente pensador do mundo dos negócios, segundo o Wall Street Journal. É autor de um dos livros de gestão mais vendidos no Mundo e o único autor de gestão e estratégia a ter recebido quatro prémios McKinsey, até hoje. Hamel também liderou a revista anual Executive Excellence (Excelentes Executivos) que possui o ranking dos mais procurados oradores pós-gestão.

Em 1978, Gary Hamel deixou a administração hospitalar e foi para a Universidade de Michigan, onde se doutorou em Gestão Internacional. Hamel criou um novo vocabulário para a estratégia, com conceitos como intenção e arquitetura estratégicas, visão estratégica e competências centrais. A partir destes conceitos, pode-se criar uma estratégia eficaz, desde que as empresas desafiem a tradição. Assumir riscos, quebrar as regras e inovar, sempre foram atitudes importantes, mas, hoje em dia, são mais cruciais do que nunca. Sublinha Hamel. O pré-requisito mais crítico para alcançar níveis mais elevados de eficiência é a conformidade em relação a políticas, padrões, diretrizes e protocolos de qualidade, e ainda assim, obviamente, o pré-requisito mais fundamental para a inovação é a diversidade de pensamento e de ação.

Para Hamel, a estratégia é revolução. Ou seja, a mudança deve ser uma forma de vida para todas as empresas. Revolucionar uma indústria, pressupõe-se olhá-la com outros olhos. Exige-se uma mudança de visão das coisas. A gestão de topo deve dar o exemplo e ouvir os gestores intermédios e operacionais. É a inovação na gestão que mais facilmente cria vantagens de longo prazo. Este revolucionarismo justifica-se na época actual, argumenta Hamel.

Qualidade, custo, tempo de resposta ao mercado, melhorias do processo, são importantes. Só que atingiu-se o ponto em que começa a funcionar a lei dos rendimentos decrescentes. A solução é inverter a situação, criando uma capacidade de inovação estratégica, que permita descobrir novas oportunidades. E, com alguma sofisticação, acrescenta: Vivemos num mundo de economia descontínua, onde a digitalização, a desregulação e a globalização estão mudando profundamente o panorama industrial. Só estratégias não lineares poderão ser a resposta.

Hamel sugere reformular cada conceito de gestão, desde o modo como os empregados utilizam seu tempo até o modo como os fundos são alocados aos projetos, para que os gestores possam inspirar os funcionários, identificar as idéias empresariais mais promissoras e canalizar os recursos para executá-las.

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Negócios

Quando as pessoas tiverem equipamentos pessoais poderosos, conectados a redes infinitamente rápidas, o que elas farão? Eric Schmidt, CEO da Google, responde

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O executivo de tecnologia Eric Schmidt, que, em 2001, foi nomeado para o cargo de CEO pelos fundadores do GoogleSergey Brin e Larry Page – vem expandindo o sistema Google e, antecipando as maneiras como as pessoas ampliam o uso da internet, lançando produtos sempre mais inovativos. Mas o que nos aguarda o futuro?



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Eric se tornou CEO da Google em 2001 formando o triumvirato mais importante da Internet, junto com os co-fundadores Sergey Brin e Larry Page. Os três foram considerados os executivos de maior sucesso e mais poderosos recentemente pela revista PC World.

Eric afirma que “quando as pessoas tiverem equipamentos pessoais poderosos, conectados a redes infinitamente rápidas e servidores com muito conteúdo, haverá um tipo novo de aplicativo, pessoal. Por exemplo, quando você for a uma loja, esse aparelho lhe permitirá decidir o que comprar ao melhor preço e com a melhor entrega. Quando estiver na escola, ele o ajudará a aprender, uma vez que ele “saberá” muito mais do que você um dia conseguirá saber. Assim, essa visão de um poder computacional praticamente infinito, o poder das redes, e esse equipamento poderoso, são a base para a próxima geração de computadores.Na verdade, ele acredita que a informação tornará o mundo mais global e produtivo.

As empresas mudarão a maneira como vendem os produtos às pessoas, que serão cada vez mais auxiliadas por computadores. Mas, nós ainda controlaremos o mundo. A parte difícil da mensagem é que tudo acontecerá mais rapidamente – cada ciclo de produto, cada ciclo de informação, cada bolha – devido aos efeitos de rede, uma vez que todos estarão conectados e conversando entre si. Os que já estão cansados do ritmo das mudanças ficarão ainda mais estressados, mas uma nova geração está crescendo tendo isso como a cadência normal de sua vida.”

Falando à turma do Carnegie Mellon, Eric dá um precioso conselho: Os erros permitem que você aprenda a inovar e experimentar coisas novas. Diz ainda que é necessário reconhecer que a inovação sempre foi liderada por uma pessoa ou por pequenas equipes, que sabem se organizar e que se dão ao luxo de ter uma nova idéia e ir atrás dela. Já era verdade há 100 anos e será verdade nos próximos 100, nós encorajamos as pessoas a falarem umas com as outras. Uma das coisas que tentamos evitar no Google é o tipo de estrutura divisional e de unidades de negócios que impede a colaboração entre as unidades, é importante construir uma cultura de valores compartilhados.

A inovação é algo que vem quando você não está sob a mira de uma arma. O objetivo do Google é ser uma inovadora sistemática e em escala. ‘Escala’ significa mais de um. Inovadora, significa produtora de coisas que realmente fazem você gritar ‘uau!’. E sistemática quer dizer que podemos sistematizar a abordagem – nós realmente podemos conseguir que nossos grupos inovem.

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Chris Anderson, autor de “A Cauda Longa”, e Free – explica o novo modelo de business a custo zero e define o futuro dos negócios como “oferta gratuita de produtos e serviços”

Chris Anderson, A Cauda Longa,  Free, novo modelo, business, custo zero, futuro, negócios, oferta, gratuita, produtos, serviços

Surge uma rede de mercado free-economics , ou a economia do grátis. Free! é o título do proximo best-seller anunciado por Chris Anderson – editor da Wired e autor do best-seller A Cauda Longa – que tem como base o tema: Zero dólares é o futuro do business.  Em tempos de recessão, o gratuito é ainda mais atraente. Afinal de contas, se você está sem dinheiro, o melhor preço é zero, não?

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O jornalista inglês Chris Anderson, ficou famoso no mundo dos negócios e da tecnologia em 2006, quando lançou “The long tail” – “A cauda longa”, onde  ele explica a economia digital a partir de casos como o da Amazon.com, que se transformou de uma livraria virtual, em um  entreposto gigantesco de comércio na internet. Ele mostrou que, com a internet, qualquer produto pode despertar interesse indefinidamente.

Anderson acredita que a Internet habituou os consumidores a terem acesso gratuito a informações e, por isso, a tendência é que essa “cultura do grátis” ganhe espaço também no comércio tradicional. A Google seria o modelo desses novos tempos, com seus serviços gratuitos e lucros crescentes, graças à cobrança de anúncios veiculados às buscas feitas por internautas.

O mercado sonha com o que é gratuito: consumidores livres, num mercado livre, querem produtos e serviços gratuitos.

Os sinais chegam agora de diversas áreas, e não apenas da música on-line: vôos low-cost de Ryanair, as caixas de correio eletronico ilimitadas de Yahoo!, a abertura dos arquivos do The New York Times, telefones celulares e consoles de video-jogos vendidos a preço de barganha.

Até mesmo a oferta de educação gratuita na internet tende a aumentar de forma exponencial. Berkeley, Stanford e MIT são centros universitários americanos que já oferecem aulas de graça pelo YouTube. Já existem milhares de cursos livres na internet. Além disso, os livros escolares serão oferecidos livremente pela internet, inclusive com imagens de vídeo para atrair o interesse dos alunos.

O livre não é mais uma opção. É um destino inevitável. “As razões para esta acceleração, estão todas na natureza específica  da Internet:  “Toda a web funciona como uma “escada” atrair muitos usuários em alguns recursos centralizados e assim repartir os custos com um público sempre mais amplo.

Que um produto seja gratis, não significa que alguém, em algum lugar, não esteja fazendo um monte de dinheiro – sublinha Anderson – Precisamos deixar para trás a idéia de um mercado a dois (vendedor / comprador) e pensar nele como um ecossistema com vários indivíduos: somente alguns desses, fazem troca de dinheiro. Como por exemplo: o Radiohead podá permitir que você baixe o álbum deles; de uma forma ou de outra, o dinheiro vai retornar de alguma parte.

Esta economia da dádiva é baseada no trabalho livre, e não na publicidade. Toda indústria que se torna digital, acaba se tornando livre, conclui Chris. Portanto, devemos olhar para a frente para um futuro que é mais digital e, o  mais importante, livre.

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Entrevista a Joey Reiman: Observação, ideação e execução essas são as três fases do nascimento de uma boa idéia

Joey Reiman

Empresas que se distanciam do seu passado, não encontrarão o futuro. Por outro lado, haverá grandiosas recompensas, àquelas que voltarem-se para as suas origens. Assim, Joey Reiman fala à CNN sobre sua visão inovadora para o futuro dos negócios. No futuro, não será mais necessário ir ao escritório todas as manhãs, e vamos trabalhar apenas seis horas por dia durante quatro dias por semana.

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Idéias inovadoras, que nascem livremente de mentes criativas, realmente dirigem o mercado de hoje. Estas idéias são o componente mais importante no negócio, e são aperfeiçoadas e implementadas todos os dias, a fim de responder às necessidades humanas específicas. Idéias criativas não nascem apenas por causa das habilidades ou visão daqueles que estão em escritórios, mas por causa do povo que permaneceu acreditando nos ideais dos seus antepassados. A verdadeira chave da inovação pode ser encontrada na simplicidade de pequenos momentos que ocorrem em nossas vidas diárias, em nossa própria casa.

“Os frutos estão nas raízes”. Não é diferente nos negócios. O poder encontrado nas raízes do nosso país também pode ser encontrado em cada organização. Nesse fértil terreno, estão as sementes das primeiras empresas e marcas que germinaram. No seu âmago, está o sentimento primário e seu real propósito.

A maioria dos executivos de hoje estão focados nos próximos 6 meses, não nos próximos 60 anos. Há um alto preço associado ao deixar o passado da sua empresa pra trás e cortar as raízes. Agindo mediante uma perspectiva de sobrevivência, reagindo ao que é urgente, acabam por não tomar decisões que levem em consideração o futuro das suas empresas. «As pessoas estão tornando-se tão táticas que estão perdendo a sua capacidade para pensar», afirma Joey Reiman.

Para aqueles que se perguntam se é possível conciliar o papel de presidente executivo de uma empresa como a  BrightHouse – uma empresa de criação de idéias sediada em Atlanta – e ao mesmo tempo ser um pai dedicado e presente, a resposta é sim. Foi desta forma louvável, na verdade, que Joey Reiman tornou-se tão bem sucedido. Seu escritório, localizado no meio do seu quintal  que antes era uma velha sala de dança, hoje é o lugar onde um gerente de condutas de negócios, de fama internacional, elabora suas brilhantes idéias. Um de seus livros recém-publicados, Pensando para viver, é o fruto de toda a sua investigação e análise. Ele acredita que a observação, ideação e execução são as três fases do nascimento de uma boa idéia. Você não pode apressar a criatividade. A a criatividade pode ser estimulada melhor em um ambiente familiar, onde nos sentimos confortáveis e os pensamentos podem fluir livremente. As melhores ideias vêm das mentes mais abertas, mentes que estão livres de esboços e ideias preconcebidas.

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Daniel Burrus – o mestre da previsão da tecnologia e estratégias de negócios – garante que o mix de gerações, unido às novas tendências tecnológicas, permitirão tornar o impossivel em possivel”

Daniel Burrus

Considerado um dos maiores gurús da indústria tecnológica, Daniel Burrus, especialista em estratégia de negócios, revela que saber prever tendências incontornáveis no futuro, é o segredo de gestão que está na base do sucesso da companhia que fundou – Burrus Research Associates – sociedade de pesquisa e consulência.

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A estratégia das empresas vencedoras, segundo Burrus, será compreender de antemão, graças à simbiose entre as gerações e as novas tecnologias, os problemas que os clientes terão de enfrentar e serem capazes de resolvê-los por meio de um produto ou serviço.

Segundo ele, o futuro será baseado em relações, o que implica uma base sólida de confiança e de fidelidade às promessas.  O sucesso das empresas no mundo globalizado, devem ter um Medidor de Confiança que possa permitir-lhes gerenciar as relações de negócios para manter e aumentar os níveis de confiança nas mesmas. Num futuro próximo, as empresas terão que serem reconstruídas, com base no princípio da colaboração. O jovem terá que usar suas habilidades tecnológicas e os velhos terão de transmitir sua sabedoria e experiência. A necessidade de trabalhar juntos vai acabar com a competição profissional entre os jovens e velhos. Burrus fala que o segredo da tecnologia não reside na excelência da sua capacidade mas na forma como é usada.

No seu livro Technotrends, ele utiliza a metáfora de um jogo de cartas para nos mostrar como as radicais inovacões tecnológicas mudaram as regras, ao criarem um baralho inteiramente novo: para vencer, é imperativo sabermos aplicar estas ferramentas às novas regras de mercado. A regra que Burrus chama “de ouro”, consiste em dar às pessoas a possibilidades de fazer coisas que não podem fazer, mas que gostariam se soubessem que poderiam fazê-las.

Entre as tendências tecnologicas que Burrus acredita a 100% para o futuro, encontra-se a Internet a 3D, o WiMAX, a constituição de “vlogs” (blogues de video) e os curiosos Ultra Intelligent Agents que, segundo ele, serão ajudantes tecnológicos que realizarão atividades tão díspares como marcar passagens de avião ou conseguir vagas para consultas médicas para a familia.

O elenco de clienti Burrus, compreende uma vasta gama di industrias como GE, IBM, Oracle, Microsoft, DuPont, Yahoo, Toshiba, American Express, Northwestern Mutual, ExxonMobil, e Sara Lee. Entrevistado em diversos programas, citado em várias publicações como USA Today, Fortune e Industria Week e New York Times, é citado como um guru de negócios. Ele possue maestria para adaptar as suas apresentações e palestras ao proprio publico, falando das tendencias mais relevantes, oferecendo sugestões praticas e potentes para transformar uma vantagem competitiva em um mercado de rápida evolução.

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Russell Simmons – Empresário e CEO da Rush Communications: “Ter idéias excêntricas e coragem de compartilhá-las com o resto do mundo – essa é a chave para o sucesso”

Russell Simmons

Uma nova dinastia empresarial está sendo construída dentro de uma família Afro-Americana – a família Simmons. O patriarca – pelo menos em seus empreendimentos – seria Russell “Rush” Simmons, que em uma entrevista para o Wall Street Journal, afirma que as idéias permitem que você seja quem desejar ser, começando agora.

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Todo mundo sabe quanto foi importante o papel de Simmons para o crescimento e desenvolvimento do hip hop, não só como música, mas como um movimento cultural. Suas impressões digitais estão por toda parte. Na música, ele descobriu que as incertezas lhe levariam a se tornar não só bem sucedido e respeitado artista, mas, também, ícones que influenciariam significativamente as gerações sucessivas, como LL Cool J, Public Enemy, começando com Joseph Simmons, seu irmao mais velho, conhecido por Run DMC.

Atualmente, Simmons é presidente e CEO da Rush Communications e, segundo ele, as idéias corajosas e inovadoras são as que fazem a diferença no mundo dos negócios. Foi assim que foi criada a Rush Communications, uma empresa de sucesso que produz filmes, revistas, roupas e programas de TV, como Def Comedy Jam. Enfim, um conglomerado com interesses em moda, cinema, entretenimento, finanças, música e filantropia.

Simmons afirma que ter coragem é a chave para o sucesso: é sempre importante ser você mesmo, e saber compartilhar suas idéias inovadoras e não-conformistas com o mundo.

Apesar de seus negócios e interesses pessoais serem muito diversificados, compartilham, de qualquer forma, um denominador comum: possuem raízes na música e na cultura internacionalmente conhecida como hip-hop, creditando, com a sua evolução, em uma poderosa força cultural que é hoje. Ele é considerado o hip hop que Berry Gordy da R & B foi, quando fundou a Motown Records, em Detroit em 1959.

Russell Simmons tem sido capaz de criar negócios bem sucedidos, da força expressiva de uma minoria pobre. Os jovens são o investimento mais rentável. Eles são uma fonte de energia e idéias, que são sempre projetadas para o futuro. Mais do que qualquer outro grupo, eles precisam de confiança e apoio nas escolhas que parecem mais improváveis.

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