Hoje, 1.1 Bilhões de pessoas não possuem acesso a água potável e mais da metade dos pobres do mundo sofrem de doenças relacionadas com água contaminada, das quais mais de 6.000 – principalmente crianças – morrem todos os dias por consumir água não potável. Reconhecendo a importância da água potável para as bilhões de pessoas que ainda não possuem acesso, a Europe-based Vestergaard Frandsen desenvolveu o Filtro Lifestraw, um produto inovador, considerado a Invenção do século por diversas revistas e jornais americanos e europeus.
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O LifeStraw funciona como um canudo, com um poderoso processo de filtragem que elimina 99,9999% de bactérias e vírus, garantindo proteção total contra microorganismos causadores de diarréia, disenteria, tifóide e cólera, além de Salmonela e outras bactérias causadores de doenças.
Com o Lifestraw, você pode beber água de qualquer rio, riacho, lago, bica, poça de água, entre outros, sem preocupação. Mesmo que a água seja barrenta, extremamente suja (como a do rio absolutamente poluído), é só utilizar o LifeStraw e ninguém passará mais sede e terá água de forma segura onde estiver.
Se você tem medo de entrar em elevador normal, então vai se assustar com a nova idéia de Bradley Edwards, Diretor de Pesquisa do Instituto de Investigação Científica.
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Se trata do Elevador Espacial que tem como distância quase 36.000 km, entre o solo e o primeiro (e último) andar. Um novo sistema de transporte espacial que está sendo desenvolvido e poderá transformar uma viagem para a órbita estacionária em torno da Terra, em algo corriqueiro, mudando toda a economia mundial. Será capaz de transportar até 13 toneladas de carga para o espaço, tudo isso usando a propulsão de raios laser.
O elevador espacial é um projeto que pode ser realizado nas próximas décadas, talvez a partir de 2050, se for levado a sério. Mas se afirma que a construção pode começar a partir de 2015.
A solução para os problemas mundiais de geração de energia elétrica poderá vir do oceano. O sistema de geração de eletricidade a partir do movimento das ondas do mar, demonstra ser três vezes mais eficiente do que os sistemas até agora disponíveis.
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O mais estável e previsível dos processos oceanográficos com potencial para extração de energia elétrica é a circulação diária das marés. Esse gigantesco potencial gerador de energia elétrica dos oceanos ainda está por ser explorado. Juntamente com a energia dos ventos e da energia solar, a energia gerada a partir dos oceanos é limpa e auto-sustentável. Estima-se que a energia contida nas ondas em todos os oceanos seja de aproximadamente dois trilhões de watts (o equivalente a 2 mil GW). Estudos feitos na costa oeste americana estimam que em média, cada metro linear de onda produza entre 40 e 70 KW. Projetos de extração de energia diretamente do movimento das ondas em subsuperfície, decorrentes do movimento ondulatório no mar, vêm sendo investigados por Escócia, Canadá, Austrália, África do Sul e Estados Unidos. O mar, portanto, é uma esperança futura de produção de energia limpa.
Imaginem países como a África que é atormentada duas vezes pela sua situação de hidratação, porque não só o seu abastecimento de água é baixo, mas a água que está disponível, geralmente, não é para o consumo humano e está poluída.
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Engenheiros alemães do Instituto Fraunhofer para Engenharia Interfacial e Biotecnologia, desenvolveram um equipamento para captar água potável da humidade do ar, em um processo energeticamente autônomo e descentralizado que funciona utilizando unicamente fontes renováveis de energia.
Com um processo simples de coleta da umidade das folhas, a partir do seu processo respiratório, ou captando diretamente da humidade do ar, mesmo em regiões extremamente secas, pode-se obter água pura.
O processo que desenvolvemos é baseado exclusivamente em fontes de energia renovável, como colectores termossolares ou células fotovoltaicas, o que torna nosso método autônomo em termos de energia, podendo funcionar em regiões onde não há infra-estrutura eléctrica, explica o engenheiro Siegfried Egner, do Instituto Fraunhofer.
Por mais seca que seja uma região, mesmo se for um deserto, o ar ambiente contém água. A humidade contida no ar é capturada por uma salmoura higroscópica, uma solução salina que absorve a humidade.
Para a aplicação prática da produção de água a partir da humidade do ar, é bastante verificar que, com uma humidade relativa de 60%, que é a média mundial, um metro cúbico de ar carregará cerca de 18 gramas de água (considerando uma temperatura ambiente de 30º C).
O projeto foi testado com sucesso em um protótipo de laboratório, levando os pesquisadores a concluírem que é adequado para vários tipos de instalações, inclusive para abastecimento de edifícios individuais e hotéis.
O avião experimental Solar Impulse HB-SIA, alimentado exclusivamente por energia solar e com o qual seu promotor, Bertrand Piccard, planeja dar a volta ao mundo em 2012, decolou no dia 7 de abril com o objetivo de completar o primeiro vôo noturno da aviação solar.
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O objetivo era o de conferir o desempenho da aeronave em um vôo com 24 horas de duração. A idéia dos organizadores era manter o aeroplano no ar durante todo o dia e utilizar o montante de energia armazenado nas baterias para que o vôo durasse até o amanhecer do dia seguinte.
Munido de painéis solares para armazenar energia, a aeronave tem como fonte de energia 12.000 células fotovoltaicas que alimentam os quatro motores elétricos (10 CV cada) e recarregam as baterias de lítio polímero de 400 kg. O protótipo decolou, pela primeira vez, em 7 de abril desse ano, pilotado por Markus Scherdel, sobrevoando a região de Payerne, no oeste da Suíça. As asas da aeronave têm uma envergadura similar à de um Airbus A340 (63,40 metros), mas o aparelho pesa apenas 1.600 quilos.
Durante anos, Richie Hawtin tem se dedicado a lançar as bases para o que hoje é conhecido como som de techno minimal, que tomou de assalto a discografia ao redor do globo . A música minimalista é considerada como obras que têm um equilíbrio entre forma e estilo. Nem mesmo Richie acreditava que o som minimal chegasse a ter as dimensões que tomou e, agora, é um fato indiscutível.
O artista canadense, também conhecido como Plastikman, em uma entrevista com o músico Richie Hawtin, fala sobre sua forma inovadora de se comunicar com os jovens, a fim de informá-los sobre temas importantes e atuais, como o ambiente: Se os problemas ambientais são globais, música eletrônica é a maneira mais divertida de promover a consciência em uma escala global.
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Richie, rei do som techno minimal, esteve sempre na vanguarda no desenvolvimento de pesquisas de produções musicais, mas está muito atento, também, em mixar a música eletrônica com a difusão de idéias para a melhoria do ambiente. Richie Hawtin olha o futuro com muuita compreensão e, geralmente, faz as perguntas que a maioria das pessoas não procuram fazer: que tipo de mundo estamos deixando para as gerações futuras? Como podemos corrigir, ou pelo menos conter, os complexos problemas ambientais que enfrentamos agora?Ele acredita que a música eletrônica é a melhor maneira de alcançar as pessoas em um nível global.
Robotman, Richie Rich, Plastikman ou apenas Richie. É artista, DJ, produtor, editor, conceptualista e mais do que tudo, um verdadeiro inovador. Seu sucesso vem principalmente de sua habilidade para criar sons originais e criativos, e do seu conhecimento de tecnologia da música. Jà com o seu álbum intitulado Transition, deu um passo à frente utilizando algumas tecnologias digitais e software para música.
“Trabalhando no show livediPlastikman, percebi o enorme potencial destes instrumentos. Toda vez que eu trabalho em um projeto da série DE9, examino as tecnologias que tenho disponíveis e eu me pergunto: O que posso fazer agora? O que posso fazer diferentemente? O que a tecnologia pode fazer para automatizar de modo que eu possa focar minha atenção em outra coisa? Sublinha Richie. O álbum DE9 Transition, possue uma caracteristica realmente pioneira pois se trata do primeiro disco a ser criado para o formato Dolby Surround 5.1, o mesmo usado para áudio DVD.
O seu percurso profissional passou pelo envolvimento na criação da tecnologia digital para a DJ Final Scratch, continuando a ser um fervoroso consumidor de novas tecnologias à medida que vão estando disponíveis. Fundou etiquetas especializadas como a Plus 8, a Probe, a Records, a Concept e a M-nus, que pouco a pouco se tornou a ponta de lança do novo som minimal, focado para as pistas de dança que domina o mundo.
Richie está convencido de que o aspecto mais importante e desafiador da consciência está atingindo as novas gerações. Estas crianças são os verdadeiros protagonistas do futuro, e cabe a eles promoverem uma mudança concreta e duradoura. O sonho de Richie Hawtin é utilizar a música eletrônica como um instrumento para a difusão das idéias, a fim de educar e promover a conscientização sobre o meio ambiente.
Desta maneira fácil e interativa, a mensagem será transmitida em todo o mundo: as soluções para estes problemas podem ser realizadas por todos, através de pequenos gestos a cada dia. Um futuro “verde” é possível, e poderia chegar muito mais cedo do que pensamos, graças à música eletrônica.
No início de outubro de 2005, uma tempestade no Alasca provocou ondas de 4,5 metros de altura que percorreram 13 mil quilômetros do oceano Pacífico em seis dias, até atingir e destruir um iceberg de 96 quilômetros de comprimento, literalmente, do outro lado do mundo, na Antártida. Em uma palestra organizada pelo TED, O vice-presidente dos EUA entre 1993 e 2001, Al Gore, discute a problemática das alterações climáticas, e como devemos primeiro participar ativamente na nossa democracia, a fim de resolver o problema do clima.
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Al Gore publicou um livro e um documentário, de sua produção, ambos intitulados Uma Verdade Inconveniente, cujo tema é exatamente o caráter emergencial que a situação do aquecimento global já adquiriu. Considerado como “imperdível” pela revista norte-americana Newsweek, as duas obras de Gore mostram que – a menos que se diminuam drasticamente as emissões de dióxido de carbono (CO2 e outros gases), o aquecimento global provocará uma mudança climática que acabará com a vida como a conhecemos.
Gore acredita que é necessária uma ação internacional imediata para reverter a situação e também deixa claro que já dispomos de toda a tecnologia de que precisamos para combater o aquecimento global, como máquinas não poluentes, energia solar e eólica. Al Gore, explica que precisamos mudar as leis, não as lâmpadas, a fim de fazer uma diferença real. E é isso que ele está tentando fazer.
Mas, segundo Al Gore, a única coisa que ainda nos falta para entrar em ação é a vontade política. No artigo que ele escreveu para a revista norte-americana Vanity Fair, ele faz questão de lembrar que nas democracias a vontade política é um recurso renovável.
Imagine que você está caminhando pela rua quando vê um pequeno besouro preto que passa zumbindo ao seu lado. Você imaginaria que aquela minúscula criatura é o resultado de milhares de horas de pesquisa e desenvolvimento?
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Hirotaka Sato e Michel M. Maharbiz, da Universidade de Barkeley, junto com alguns pesquisadores do Instituto Boyce Thompson, da Universidade de Michigan, estão usando uma moderna tecnologia para manipular os movimentos de uma vasta variedade de insetos – desde besouros até libélulas.
Eles descobriram que pode-se controlar os músculos que fazem os insetos voar: basta conectar elétrodos aos lóbulos ópticos dos bichos. O resultado é mais ou menos como pilotar um avião de brinquedo, o que pode converter essas criaturas em insetos-espiões num futuro. Uma vez que os besouros ficarão à mercê dos humanos, eles poderiam até carregar máquinas muito mais pesadas do que seu próprio corpo, como mini-câmeras de vídeo, por exemplo.
O primeiro avião não-tripulado voou em 1916. Décadas depois, centenas de pequenos aviões de controle remoto passaram a ser produzidos em larga escala, em todo o planeta. Pequenos helicópteros também foram criados, levando ao delírio os mais entusiasmados com a idéia de fazer voar um objeto do tamanho de uma bola de basquete, movido à gasolina, com um controle remoto.
Hoje os limites são outros: a tecnologia permite que algo até agora impensável – como fazer voar o seu próprio besouro – se torne realidade.
Jane Poynter conta sua história de dois anos e 20 minutos em que viveu na Biosfera 2: um mundo minúsculo, completamente natural e alternativo. Sua experiência a levou explorar e descobrir como poderemos viver e nos manter vivos nos ambientes mais difíceis. Esta é uma demonstração da necessidade de estar consciente de nosso impacto no mundo em que vivemos para conquistar um futuro melhor.
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No Oracle, Arizona, há um complexo de 12748 m2 ao contrário de qualquer outro. Conhecido como Biosfera 2, essa estrutura é feita por um homem, um sistema ecológico de material fechado, construído para explorar a complexa rede de interações nos sistemas de vida. Jane Poynter, presidente da Empresa Paragon Space Development, conta a história de sua experiência, às vezes difícil, de dois anos em Biosfera 2.
A Biosfera 2 tem quase tudo o que o planeta Terra tem, mas em uma escala muito menor: uma floresta, um oceano, pântanos, campos de cerrado e um deserto de nevoeiro. Embora possa parecer uma experiência divertida, Jane Poynter, uma ambientalista que passou dois anos e 20 minutos dentro da Biosfera 2, explica como esta experiência desafiadora poderia ser.
O nome Biosfera 2 vem da biosfera terrestre, a Biosfera 1, que é atualmente conhecida como biosfera. A Biosfera 2 foi construída para ajudar os ambientalistas a compreender melhor o planeta Terra, como também para reenergizar os movimentos relacionados a viagens espaciais e vida em outros planetas. Poynter foi um dos oito membros da tripulação a desistir de uma parte substancial de sua vida para viver em Biosfera 2.
A experiência de Poynter foi abrir os olhos de muitas maneiras. Em seu depoimento, ela ressalta: “Entendi perfeitamente que eu tinha um enorme impacto enorme sobre a minha biosfera, todos os dias, e isso proporcionava um impacto sobre mim, muito literalmente”. Cientificamente, o experimento foi esclarecedor; os cientistas foram capazes de ganhar uma inestimável experiência com sistemas de vida adaptáveis em um ambiente fechado. Poynter teve impacto direto sobre a biosfera não só através do trabalho físico, mas também apenas pela respiração e circulação do oxigênio e dióxido de carbono.
Entretanto, a vida na Biosfera 2 foi na maioria das vezes um trabalho duro, e as coisas nem sempre corriam bem. De fato, em determinado momento a estrutura começou a perder oxigênio a um ritmo perigoso, e que o grupo tinha que resolver a situação antes que o oxigênio acabasse completamente. No entanto, a experiência dela teve um impacto duradouro sobre a sua vida – depois que Poynter finalmente voltou da estrutura, ela tinha uma visão completamente diferente sobre a existência humana.
Esperamos que a Biosfera 2 seja apenas o início de experimentos deste tipo. No futuro, se planejamos explorar Marte e ir ainda mais além, é indispensável que sejamos capazes de sustentar a vida, onde quer que vamos. Além disso, estes tipos de experimentos ajudam a expandir o nosso conhecimento dos sistemas básico de vida e como todos nós nos encaixamos na composição da Terra.
Os cientistas na Universidade de Delft, nos Países Baixos, desenvolveram um material de regenerativo polimérico que é tanto reutilizável como durável, e pode ser a nossa solução para fazer sacolas plásticas obsoletas.
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A maioria das pessoas estão conscientes da crise com o saco plástico em todo o mundo. O plástico é um dos materiais mais difíceis de reciclar e não é facilmente biodegradável. O saco de plástico tem uma vida útil de 20 minutos em média, antes de ser jogado fora. Este maciço acúmulo teve um efeito negativo sobre o ambiente, mas no futuro isso vai mudar.
Desde que a massificação do uso das sacolas de plástico se tornou um problema ambiental, muitas lojas têm de apresentar algumas soluções úteis. Green-wise (verde sábio) é um saco de compras que não rasga e pode ser usado repetidas vezes, ao contrário dos frágeis e finos sacos de plástico que, muitas vezes rompem após a primeira utilização. Junto com os sacos Green-wise, algumas grandes lojas estão dando aos consumidores a opção de usar sacos de papel também.
Uma equipe de cientistas do Centro de Materiais de Delft, na Universidade Tecnológica de Delft, na Holanda, liderada pelo co-presidente Sybrand van der Zwaag, desenvolveu um material polimérico que é térmico e regenerativo, feito através de um método de tratamento simples e eficiente. Este material pode ser reutilizado inúmeras vezes, e pode salvar milhões de toneladas de resíduos por ano. Este novo tipo de plástico é duro e permite elevar os pellets pós-consumidos em suas invenções para serem transformados em materiais “virgens” e de temperatura mais elevada.
Este material é uma forma inovadora de resolver os problemas de resíduos do mundo, já que irá permitir que os produtos possam ser facilmente reciclados e reutilizados.