Alex Tabarrok, economista e blogueiro, acredita que as novas idéias vão alimentar o mundo. A fim de produzir novas idéias, as pessoas precisam ser incentivadas, através da globalização; maiores mercados geram maiores lucros.
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Em um evento TED, Tabarrok explica como um mercado global pode aumentar o incentivo para produzir novas ideias, que por sua vez, irá impulsionar o crescimento e prosperidade. Garante ao publico que o melhor está por vir, através da partilha das idéias e da globalização.
O economista defende que o comércio livre e a globalização estão moldando o nosso mundo, anteriormente dividido, numa comunidade de partilha de idéias mais saudável, feliz e próspera, do que alguma vez fora previsto. Uma idéia, um mundo, um mercado.
O livre comércio e a globalização certamente não são temas novos de discussão. Eles são, no entanto, maneiras pelas quais nós podemos transformar o mundo em uma comunidade mais saudável e próspera, como ninguém nunca imaginou. Afirma Tabarrok.
A equação é relativamente simples: estimular o crescimento de novas idéias. Enquanto uma maçã pode alimentar uma pessoa, uma idéia pode alimentar milhões de pessoas.
Tabarrok acredita que as idéias são destinadas a ser compartilhada. Por muito tempo os Estados Unidos têm sido líder de idéias, porém, se mais pessoas, em todo o mundo, tiverem a capacidade de gerar novas idéias, poderemos aumentar o número de criadores de idéia, tornando o mundo mais globalizado.
Veneza está afundando e para salvá-la, Rachel Armstrong diz que é preciso superar a arquitetura feita de materiais inertes e criar uma arquitetura que cresce por si próprio, capaz de regenerar-se como organismos vivos.
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Lhe chamaram de ciência criativa, intelectual enciclopédica, arquiteta. Mas, Rachel Armstrong, se define, não só projetista de arquitetura vivente, mas, também, bióloga de síntese.
No final de 2008, quando viu uma gota redonda salpicar, aqui e ali em um prato, dando forma a um bloco de construção elementar, Rachel percebeu que se tratava da combinação entre uma ferramenta de projeto e um agente biológico. Foi então que, compreendendo esses dois aspectos, Rachel resolveu analisar o potencial na área de projeto arquitetônico.
Segundo Rachel Armstrong, a superfície dos prédios pode oferecer uma grande oportunidade de interagirmos, de maneira natural e saudável, com o mundo que nos cerca. Vários exemplos dessa conexão têm sido usados por arquitetos ao longo dos anos, como a ponte viva de Cherrapungi, no nordeste da Índia, que é de ramos naturais guiados pela mão humana, um vão de mais de 30 metros, que suporta o peso de 50 pessoas; as obras de Gaudí (1852-1926), que, através de tecidos recheados de argila, ganhavam forma, graças à gravidade e, segundo o arquiteto americano Matthias Hollwich, será possível criar cidades com energia fornecida pelas plantas.
Rachel, em suas pesquisas arquitetônicas, redefine a arquitetura e faz projetos com o uso das protocélulas que é muito semelhante a um sistema operacional. Elas são uma espécie de tecnologia viva, pois se movem, “sentem” e modificam o ambiente a sua volta, apesar de não terem nenhum DNA. “É como uma plataforma de distribuição, um recipiente onde você pode colocar a informação química que pode ser distribuído no espaço e no tempo, dando origem a resultados bastante diferentes”. Afirma Rachel.
Em um de seus experimentos, conseguiu reproduzir uma substância aparentada do calcário, a partir de dióxido de carbono dissolvido em água. Armstrong acredita, que essa tecnologia poderá ser a alternativa para salvar Veneza, na Itália, uma das cidades mais belas da humanidade e que está sendo ameaçada de ser totalmente coberta pelo mar.
Veneza é construída sobre estacas de madeira que têm sido corroídas com o passar dos anos. Como a bela cidade continua a afundar, Armstrong espera que a tecnologia protocell seja capaz de recuper a cidade, fazendo crescer um recife de calcário em torno das estacas. Essas células seriam usadas para fins de reforço, ao invés de apenas criar um recife nos canais.
Seu projeto de pesquisa que vai além da biônica, Não é uma questão de copiar a biologia ou de construir estruturas ao Buckminster Fuller, significa usar a física e a química de uma forma muito prática. Sublinha Armstrong.
Esqueça o que você sabe sobre gestão, diz o gurú de estratégia empresarial, Gary Hamel. Nada disso vai ajudá-lo a vencer os desafios que sua empresa enfrenta. Estamos vivendo em um mundo onde é a inovação que gera riqueza.
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Fundador da consultoria internacional Strategos – sediada na California, bem no coração do Silicon Valley - e professor visitante da London Business SchoolGary Hamel é atualmente professor convidado de Estratégia e Gestão Internacional da London Business School e diretor do Management Innovation Lab. Escreveu, na área da gestão, vários artigos para jornais e revistas como, a Harvard Buiness Review, o Wall Street Journal e o Financial Times.
Gary Hammel é considerado o gurú da estratégia pela revista Economist, o maior especialista em estratégia de negócios pela revista Fortune e um inovador da gestão sem par pelo jornal Financial Times. Foi considerado o mais influente pensador do mundo dos negócios, segundo o Wall Street Journal. É autor de um dos livros de gestão mais vendidos no Mundo e o único autor de gestão e estratégia a ter recebido quatro prémios McKinsey, até hoje. Hamel também liderou a revista anual Executive Excellence (Excelentes Executivos) que possui o ranking dos mais procurados oradores pós-gestão.
Em 1978, Gary Hamel deixou a administração hospitalar e foi para a Universidade de Michigan, onde se doutorou em Gestão Internacional. Hamel criou um novo vocabulário para a estratégia, com conceitos como intenção e arquitetura estratégicas, visão estratégica e competênciascentrais. A partir destes conceitos, pode-se criar uma estratégia eficaz, desde que as empresas desafiem a tradição. Assumir riscos, quebrar as regras e inovar, sempre foram atitudes importantes, mas, hoje em dia, são mais cruciais do que nunca. Sublinha Hamel. O pré-requisito mais crítico para alcançar níveis mais elevados de eficiência é a conformidade em relação a políticas, padrões, diretrizes e protocolos de qualidade, e ainda assim, obviamente, o pré-requisito mais fundamental para a inovação é a diversidade de pensamento e de ação.
Para Hamel, a estratégia é revolução. Ou seja, a mudança deve ser uma forma de vida para todas as empresas. Revolucionar uma indústria, pressupõe-se olhá-la com outros olhos. Exige-se uma mudança de visão das coisas. A gestão de topo deve dar o exemplo e ouvir os gestores intermédios e operacionais. É a inovação na gestão que mais facilmente cria vantagens de longo prazo. Este revolucionarismo justifica-se na época actual, argumenta Hamel.
Qualidade, custo, tempo de resposta ao mercado, melhorias do processo, são importantes. Só que atingiu-se o ponto em que começa a funcionar a lei dos rendimentos decrescentes. A solução é inverter a situação, criando uma capacidade de inovação estratégica, que permita descobrir novas oportunidades. E, com alguma sofisticação, acrescenta: Vivemos num mundo de economia descontínua, onde a digitalização, a desregulação e a globalização estão mudando profundamente o panorama industrial. Só estratégias não lineares poderão ser a resposta.
Hamel sugere reformular cada conceito de gestão, desde o modo como os empregados utilizam seu tempo até o modo como os fundos são alocados aos projetos, para que os gestores possam inspirar os funcionários, identificar as idéias empresariais mais promissoras e canalizar os recursos para executá-las.
Jamais Cascio, co-fundador e colunista do www.worldchanging.com – site focado na inovação social e desenvolvimento sustentável, premiado por dedicar-se em chamar à atenção para os modelos, ferramentas e idéias para a construção de um futuro melhor – afirma que as soluções para os problemas do mundo se conseguem lidando com a transparência, a colaboração, a ciência e a vontade de experimentar e mudar.
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Que chance vocêacha quetem de mudar pra não morrer? Segundo estatísticas, em apenas 10% dos casos, o curso dos acontecimentos muda realmente e, em 90% dos casos as pessoas – e empresas – preferem morrer. O mundo está mudando numa velocidade nunca vista antes. Forças da globalização, da digitalização, da individualização, habilitadas e aceleradas por estruturas em rede, hiper-conectadas, transformam futuro em passado todo dia. A chance da nossa empresa sobreviver depende de entendermos o futuro antesque ele aconteça. De antecipar nosso entendimento do mundo, das nossas próprias vidas, trazendo o futuro para o presente e não tentando levar em frente, passados que já nem existem mais. Ao invés de melhorar, de otimizar, de aperfeiçoar o conhecido, é hora da execução imperfeita do desconhecido. É hora de desaprender a maior parte do que se sabe e aprender, rápido, as regras do futuro.
Numa conferência TED em Monterey, California, Jamais Cascio, explica como os problemas como o ambiente do planeta, o desenvolvimento global e os conflitos internacionais, podem ser resolvidos, utilizando ferramentas específicas, técnicas e idéias que podem melhorar o nosso futuro. Cascio acredita que um dos passos mais importantes é o de tornar visível o invisível.
Jamais explica suas idéias para realizar um projeto chamado Terra Witness que se destina a melhorar a documentação do que está acontecendo no mundo, a fim de consertá-lo. Esse projeto irá implementar a Web 2.0, que é interpretado em redes sociais, serviços de compartilhamento de fotos e sistemas de filtragem colaborativa (como filtro de informação geográfica ). Seu trabalho é focado nas soluções de documento de design sustentável, desenvolvimento global, novas tecnologias e do ambiente.
Interrogado se o futuro lhe faz medo, Jamais Cascio responde: Sim, me faz arepiar do terror. Bruce Sterling, o escritor de ficção cientifíca, o pensador, o designer, interpreta bem esse ponto. Sterling diz que o futuro não é um substantivo, é um verbo. É a viagem, não a destinação. Acho que quanto mais nos recordarmos que o futuro é algo que criamos continuamente, mais probabilidade teremos de recordar que devemos ser conscientes daquilo que estamos criando, esforçando-nos de construir um futuro vivível e agradável para todos. Se as pessoas forem capazes de ver e compreender o impacto de suas ações, certamente isso conduzir à mudanças.
O executivo de tecnologia Eric Schmidt, que, em 2001, foi nomeado para o cargo de CEO pelos fundadores do Google – Sergey Brin e Larry Page – vem expandindo o sistema Google e, antecipando as maneiras como as pessoas ampliam o uso da internet, lançando produtos sempre mais inovativos. Mas o que nos aguarda o futuro?
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Eric se tornou CEO da Google em 2001 formando o triumvirato mais importante da Internet, junto com os co-fundadores Sergey Brin e Larry Page. Os três foram considerados os executivos de maior sucesso e mais poderosos recentemente pela revista PC World.
Eric afirma que “quando as pessoas tiverem equipamentos pessoais poderosos, conectados a redes infinitamente rápidas e servidores com muito conteúdo, haverá um tipo novo de aplicativo, pessoal. Por exemplo, quando você for a uma loja, esse aparelho lhe permitirá decidir o que comprar ao melhor preço e com a melhor entrega. Quando estiver na escola, ele o ajudará a aprender, uma vez que ele “saberá” muito mais do que você um dia conseguirá saber. Assim, essa visão de um poder computacional praticamente infinito, o poder das redes, e esse equipamento poderoso, são a base para a próxima geração de computadores.Na verdade, ele acredita que a informação tornará o mundo mais global e produtivo.
As empresas mudarão a maneira como vendem os produtos às pessoas, que serão cada vez mais auxiliadas por computadores. Mas, nós ainda controlaremos o mundo. A parte difícil da mensagem é que tudo acontecerá mais rapidamente – cada ciclo de produto, cada ciclo de informação, cada bolha – devido aos efeitos de rede, uma vez que todos estarão conectados e conversando entre si. Os que já estão cansados do ritmo das mudanças ficarão ainda mais estressados, mas uma nova geração está crescendo tendo isso como a cadência normal de sua vida.”
Falando à turma do Carnegie Mellon, Eric dá um precioso conselho: Os erros permitem que você aprenda a inovar e experimentar coisas novas. Diz ainda que é necessário reconhecer que a inovação sempre foi liderada por uma pessoa ou por pequenas equipes, que sabem se organizar e que se dão ao luxo de ter uma nova idéia e ir atrás dela. Já era verdade há 100 anos e será verdade nos próximos 100, nós encorajamos as pessoas a falarem umas com as outras. Uma das coisas que tentamos evitar no Google é o tipo de estrutura divisional e de unidades de negócios que impede a colaboração entre as unidades, é importante construir uma cultura de valores compartilhados.
A inovação é algo que vem quando você não está sob a mira de uma arma. O objetivo do Google é ser uma inovadora sistemática e em escala. ‘Escala’ significa mais de um. Inovadora, significa produtora de coisas que realmente fazem você gritar ‘uau!’. E sistemática quer dizer que podemos sistematizar a abordagem – nós realmente podemos conseguir que nossos grupos inovem.
No início de outubro de 2005, uma tempestade no Alasca provocou ondas de 4,5 metros de altura que percorreram 13 mil quilômetros do oceano Pacífico em seis dias, até atingir e destruir um iceberg de 96 quilômetros de comprimento, literalmente, do outro lado do mundo, na Antártida. Em uma palestra organizada pelo TED, O vice-presidente dos EUA entre 1993 e 2001, Al Gore, discute a problemática das alterações climáticas, e como devemos primeiro participar ativamente na nossa democracia, a fim de resolver o problema do clima.
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Al Gore publicou um livro e um documentário, de sua produção, ambos intitulados Uma Verdade Inconveniente, cujo tema é exatamente o caráter emergencial que a situação do aquecimento global já adquiriu. Considerado como “imperdível” pela revista norte-americana Newsweek, as duas obras de Gore mostram que – a menos que se diminuam drasticamente as emissões de dióxido de carbono (CO2 e outros gases), o aquecimento global provocará uma mudança climática que acabará com a vida como a conhecemos.
Gore acredita que é necessária uma ação internacional imediata para reverter a situação e também deixa claro que já dispomos de toda a tecnologia de que precisamos para combater o aquecimento global, como máquinas não poluentes, energia solar e eólica. Al Gore, explica que precisamos mudar as leis, não as lâmpadas, a fim de fazer uma diferença real. E é isso que ele está tentando fazer.
Mas, segundo Al Gore, a única coisa que ainda nos falta para entrar em ação é a vontade política. No artigo que ele escreveu para a revista norte-americana Vanity Fair, ele faz questão de lembrar que nas democracias a vontade política é um recurso renovável.
Surge uma rede de mercado free-economics , ou a economia do grátis. Free! é o título do proximo best-seller anunciado por Chris Anderson – editor da Wired e autor do best-seller A Cauda Longa – que tem como base o tema: Zero dólares é o futuro do business. Em tempos de recessão, o gratuito é ainda mais atraente. Afinal de contas, se você está sem dinheiro, o melhor preço é zero, não?
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O jornalista inglês Chris Anderson, ficou famoso no mundo dos negócios e da tecnologia em 2006, quando lançou “The long tail” – “A cauda longa”, onde ele explica a economia digital a partir de casos como o da Amazon.com, que se transformou de uma livraria virtual, em um entreposto gigantesco de comércio na internet. Ele mostrou que, com a internet, qualquer produto pode despertar interesse indefinidamente.
Anderson acredita que a Internet habituou os consumidores a terem acesso gratuito a informações e, por isso, a tendência é que essa “cultura do grátis” ganhe espaço também no comércio tradicional. A Google seria o modelo desses novos tempos, com seus serviços gratuitos e lucros crescentes, graças à cobrança de anúncios veiculados às buscas feitas por internautas.
O mercado sonha com o que é gratuito: consumidores livres, num mercado livre, querem produtos e serviços gratuitos.
Os sinais chegam agora de diversas áreas, e não apenas da música on-line: vôos low-cost de Ryanair, as caixas de correio eletronico ilimitadas de Yahoo!, a abertura dos arquivos do The New York Times, telefones celulares e consoles de video-jogos vendidos a preço de barganha.
Até mesmo a oferta de educação gratuita na internet tende a aumentar de forma exponencial. Berkeley, Stanford e MIT são centros universitários americanos que já oferecem aulas de graça pelo YouTube. Já existem milhares de cursos livres na internet. Além disso, os livros escolares serão oferecidos livremente pela internet, inclusive com imagens de vídeo para atrair o interesse dos alunos.
O livre não é mais uma opção. É um destino inevitável. “As razões para esta acceleração, estão todas na natureza específica da Internet: “Toda a web funciona como uma “escada” atrair muitos usuários em alguns recursos centralizados e assim repartir os custos com um público sempre mais amplo.
Que um produto seja gratis, não significa que alguém, em algum lugar, não esteja fazendo um monte de dinheiro – sublinha Anderson – Precisamos deixar para trás a idéia de um mercado a dois (vendedor / comprador) e pensar nele como um ecossistema com vários indivíduos: somente alguns desses, fazem troca de dinheiro. Como por exemplo: o Radiohead podá permitir que você baixe o álbum deles; de uma forma ou de outra, o dinheiro vai retornar de alguma parte.
Esta economia da dádiva é baseada no trabalho livre, e não na publicidade. Toda indústria que se torna digital, acaba se tornandolivre, conclui Chris. Portanto, devemos olhar para a frente para um futuro que é mais digital e, o mais importante, livre.
Um alfaiate na sala executiva no aeroporto de Heathrow, em Londres, tira as medidas do passageiro, enquanto ele aguarda o embarque para Hong Kong. Uma alfaiataria em Hong Kong recebe as medidas e põe mãos à obra enquanto o cliente voa. O terno feito sob medida, já passado, é entregue ao passageiro quando ele chega ao destino. Richard Branson acredita que inovações como essas surgem da busca contínua por mais valor para os clientes e da exploração aberta que gera idéias irresistíveis.
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Richard Branson, na conferência anual da Direct Marketing Association, fala sobre a história de uma grande idéia, uma teoria que esperou três décadas para ser levado a sério. Se refere à Teoria de Gaia, uma teoria formulada em 1979 pelo jovem cientista James Lovelock, sobre o aquecimento global, e que hoje pode ser visto como uma profecia realizada. De acordo com a Teoria de Gaia, o superaquecimento do planeta, causado pela gases nocivos que são produzidos pela humanidade, levaria a uma inevitável reação da Terra a estas mudanças, podendo ocorrer sob a forma de resfriamento global, e possivelmente levar a uma nova era glacial.
Trinta anos depois, a teoria de Gaia é quase universalmente aceita, e faz grande parte da base da nossa compreensão atual sobre o aquecimento global. Na conferência, Richard Branson discute os desafios que uma idéia inovadora pode enfrentar antes de ser aceita. Ele acredita que engenho, improvisação e ousadia, são mais importantes que seguir regras (mesmo que você esteja fora da lei de vez em quando).
Branson deu o nome de “Virgin” (virgem) às suas empresas e produtos para indicar que nada sabia sobre os negócios com os quais estava se envolvendo. A mensagem à concorrência era clara: Eu nada sei, e essa é a minha grande força. Vou desenvolver novas soluções. Você pode achar que a experiência é sua grande vantagem, mas é seu calcanhar de aquiles: você está preso à tradição.A não ser que a sua idéia inspire as outras pessoas, não será capaz de gerar a energia, a força de vontade e o apoio necessários para ir avante.
Branson inovou em diversos mercados, entre eles música, varejo e companhias aéreas. . Das várias empresas do grupo Virgin, a companhia aérea Virgin Atlantic destaca-se por fazer as coisas de um jeito diferente, sendo a mais criativa companhia de aviação do mundo. Criou um novo nome, Upper Class (classe alta), para um serviço com padrões de primeira classe e preços de classe executiva. Foi a primeira a oferecer serviço de limusine, check-in no estacionamento e área de espera diferenciada. Também foi a primeira a oferecer sistemas de entretenimento em vídeo a todos os passageiros.
Branson é um especialista em motivar equipes. Ele insiste na alegria como motor para qualquer empresa. O riso, diz Branson, é sinônimo de competência. Poucas pessoas no universo dos negócios pensam assim. “Um negócio tem que ser cativante, tem que ser divertido, e tem que estimular o seu instinto criativo. Nem todas as idéias inovadoras são aceitas de imediato. Na verdade, elas pode levar anos para serem aceitas pela sociedade. A mensagem importante é nunca parar de sonhar e criar.
O primeiro “turista” do espaço, Branson, tem negócios que vão de combustível a vestuário. È proprietario di quatro companhias aereas: Virgin Atlantic, especializada em viagem intercontinental, Virgin Express, a low cost europeia, Virgin Blue na Austrialia e la Virgin America. Além disso, possue uma Ilha particular Necker Island, uma das propriedades mais exclusivas do mundo, um paraíso com 29,95 hectares, bancos de corais e águas cristalinas azul-turquesa e pode ser alugada por valores em torno de US$ 50 mil por dia. No entanto, Branson revelou que um homem pode ser um dos mais ricos, a pessoa mais bem sucedida do mundo e ainda ser cool.
Kevin Kelly, um autêntico visionário e uma das maiores autoridades do mundo da tecnologia, chama tudo o que inventamos, tudo o que criamos e todos os gadgets que fabricamos, de Techium, e diz que sua definição de tecnologia é qualquer coisa útil que a mente humana possa criar, desde martelos, laptops até as nossas leis. Desde o Big Bang até os dias de hoje, a vida é um processo de informação que está se reestruturando e criando uma nova ordem. Através da tecnologia, estamos sempre reinventando a nós mesmos.
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5 mil dias atrás, a quantidade de informação e serviços hoje disponível, era inimaginável. No entanto, em apenas 5000 dias, temos construído uma máquina única e global, através da web. Todos os dispositivos que usamos (computadores, telefones celulares, etc), são apenas pontos de acesso através do qual entramos nesta enorme rede global.
Para Kevin, a tecnologia não diz respeito apenas ao que ela significa para as nossas vidas. Para ele, a tecnologia está ligada à biologia, à religião, aos negócios, enfim, a tudo o que fazemos. É mais do que o gadget no seu bolso. É uma parte de uma história grandiosa que começou bilhões de anos atrás, e que nós estamos ajudando a acelerar e a ampliar. Nós podemos fazer parte desta história, alinhando isto com a tecnologia que criamos.
Kevin garante que, se o nosso mundo não tivesse desenvolvido a tecnologia, a nossa espécie não duraria muito. Desde a época do homem Neanderthal, nós somos dependentes da tecnologia, e através dela, influenciamos o mundo à nossa volta. A invenção do fogo e a agricultura, são exemplos de tecnologias que ajudaram a raça humana a se tornar a espécie predominante no planeta. De certa forma, os humanos inventaram a si mesmos, criando um novo estilo de vida. Kevin chama a humanidade de nossa maior invenção, mas ela está longe de estar completa.
Se você quiser saber para onde a tecnologia está indo, basta observar nossa trajetória. As coisas sempre estão indo em direção à complexidade, em direção a uma maior diversidade, a especialização, em constante processo de evolução. Ele defende que a tecnologia seja basicamente um sétimo reino da vida, uma evolução e uma versão da própria forma humana.
Nosso trabalho como seres humanos é criar nossos filhos, encontrar bons amigos e um bom emprego para eles. Assim, cada tecnologia é como uma força criativa procurando pelo serviço certo. Não existem tecnologias negativas, assim como não existem pessoas malvadas, o que existe são as tecnologias sendo usadas em locais ou funções erradas.
Os próximos 5000 dias da Internet não será apenas melhor, mas diferente, não será apenas um enorme banco de dados. Kelly vê nisso, uma relação simbiótica entre o homem e a formação da web. Mas, embora no futuro as máquinas sejam capazes de resolver todos os nossos problemas, devemos refletir que a capacidade crítica virá sempre do homem. A Internet pode continuar a existir para os próximos 5000 dias, mas sem o homem, ela não pode ser realizada.
Considerado um dos maiores gurús da indústria tecnológica, Daniel Burrus, especialista em estratégia de negócios, revela que saber prever tendências incontornáveis no futuro, é o segredo de gestão que está na base do sucesso da companhia que fundou – Burrus Research Associates – sociedade de pesquisa e consulência.
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A estratégia das empresas vencedoras, segundo Burrus, será compreender de antemão, graças à simbiose entre as gerações e as novas tecnologias, os problemas que os clientes terão de enfrentar e serem capazes de resolvê-los por meio de um produto ou serviço.
Segundo ele, o futuro será baseado em relações, o que implica uma base sólida de confiança e de fidelidade às promessas. O sucesso das empresas no mundo globalizado, devem ter um Medidor de Confiança que possa permitir-lhes gerenciar as relações de negócios para manter e aumentar os níveis de confiança nas mesmas. Num futuro próximo, as empresas terão que serem reconstruídas, com base no princípio da colaboração. O jovem terá que usar suas habilidades tecnológicas e os velhos terão de transmitir sua sabedoria e experiência. A necessidade de trabalhar juntos vai acabar com a competição profissional entre os jovens e velhos. Burrus fala que o segredo da tecnologia não reside na excelência da sua capacidade mas na forma como é usada.
No seu livro Technotrends, ele utiliza a metáfora de um jogo de cartas para nos mostrar como as radicais inovacões tecnológicas mudaram as regras, ao criarem um baralho inteiramente novo: para vencer, é imperativo sabermos aplicar estas ferramentas às novas regras de mercado. A regra que Burrus chama “de ouro”, consiste em dar às pessoas a possibilidades de fazer coisas que não podem fazer, mas que gostariam se soubessem que poderiam fazê-las.
Entre as tendências tecnologicas que Burrus acredita a 100% para o futuro, encontra-se a Internet a 3D, o WiMAX, a constituição de “vlogs” (blogues de video) e os curiosos Ultra Intelligent Agents que, segundo ele, serão ajudantes tecnológicos que realizarão atividades tão díspares como marcar passagens de avião ou conseguir vagas para consultas médicas para a familia.
O elenco de clienti Burrus, compreende uma vasta gama di industrias como GE, IBM, Oracle, Microsoft, DuPont, Yahoo, Toshiba, American Express, Northwestern Mutual, ExxonMobil, e Sara Lee. Entrevistado em diversos programas, citado em várias publicações como USA Today, Fortune e Industria Week e New York Times, é citado como um guru de negócios. Ele possue maestria para adaptar as suas apresentações e palestras ao proprio publico, falando das tendencias mais relevantes, oferecendo sugestões praticas e potentes para transformar uma vantagem competitiva em um mercado de rápida evolução.