Tanto nos Estados Unidos como na Rússia, o vestuário de alta qualidade para as crianças – chamado kiddie couture – está se tornando uma tendência nova e muito dispendiosa. Grandes estilistas, com suas novas linhas de vestuário high-end para crianças, estão deixando os pais loucos, pois, para satisfazer o desejo dos filhos em acompanhar as novas tendências, estão gastando milhares de dólares, por uma única peça do vestuário infantil. Boutiques e salões que atendem às crianças estão surgindo, também, em toda parte, e alguns pais estão tratando seus filhos como acessórios de designer. Seria isto um fenômeno excessivo, ou apenas um sinal dos tempos?
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Dickson Despommier, um professor de Ciências da Saúde Ambiental e Microbiologia da Universidade de Columbia, desenvolveu a idéia de agricultura vertical com alguns de seus alunos da pós-graduação. O objetivo é cultivar plantas e criar animais em arranha-céus no centro da cidade. Este projeto foi pensado porque espera-se que 2050 cerca de 80% da população do mundo viverá em cidades; por razões econômicas, Desponmmier acredita que o crescimento dos alimentos deveria vir de dentro.
Cada Exposição Universal deixou um marco arquitetônico inovador na cidade de origem, como a Torre Eiffel, em Paris e o Atomium, em Bruxelas. O símbolo da próxima EXPO de 2015 poderia muito bem ser um Skyland: a primeira agricultura vertical do mundo. Neste arranha-céu verde seria possível cultivar produtos agrícolas dentro de uma cidade para seus próprios habitantes. Mas o que exatamente é a agricultura vertical? É uma questão arquitetônica baseada em dois conceitos: o desenvolvimento vertical dos edifícios e a possibilidade de cultivar produtos biológicos no interior. O inventor da agricultura vertical é Dickson Despommier, um professor de Ciências da Saúde Ambiental e Microbiologia da Universidade de Columbia, em Nova York.
De acordo com suas estimativas, o grande edifício de 30 andares seria capaz de alimentar entre 10.000 e 50.000 pessoas por ano. Despommier afirma que a agricultura vertical poderia ser a solução para muitos dos problemas que enfrentamos hoje, tais como a superpopulação e escassez de alimentos. Além disso, a agricultura vertical iria reduzir as emissões de CO2, que estão associadas com a produção de alimentos.
A agricultura vertical, graças a hidroponia (técnica de cultivar plantas sem solo), seria capaz de produzir uma rica colheita, protegida das condições atmosféricas e dos parasitas. Esta agricultura também seria menos prejudicial para as terras e para o meio ambiente.
Nesta entrevista, extraída da CNN, Dickson Despommier explica sua filosofia.
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Arquitetos e designers de interiores da Mobil M francesa, são convocados quase como “terapeutas ambientais”, para transformar ambientes tediosos como farmácias, bancos, correios, em uma exposição artística de criatividade e design de interiores.
Existem tendências mundiais para a arte e cores em todos os segmentos. Eles estão disponíveis a todas as culturas, já que hoje a globalização oferece e cobra esta inserção, tornando as barreiras culturais muito mais tênues. Mas as tendências, não deixem de cumprir sua principal função: estimular psicologicamente o bem estar e a motivação do usuário.
Essas tendências estão, cada vez mais, tornando-se uma realidade em ambientes que uma vez eram considerados tediosos, chatos, como bancos, supermercados, farmácias e correios, que agora estão experimentando uma renovação completa, tornando-se esteticamente mais agradáveis e acolhentes.
Cor é luz. As cores são mensagens que enviamos e recebemos, ou seja, são códigos de uma linguagem não-verbal. Hoje se sabe que o relacionamento comercial se baseia muito mais em linguagem não-verbal, indireta, do que direta. As cores falam por si do estilo do negocio, expressam o produto, atraem o público-alvo e estimulam o cliente, levando bem estar e descontração.
Baseada nessa nova tendência, a Praça Neuva Farmácia em Bilbao, Espanha, começou uma revolução artística, decidindo transformar aquele ambiente, uma vez maçante e pálido, onde as pessoas que frequentam, geralmente não estão em uma condição de saúde ideal, em um local de experiência cultural, pincelado com cores vivas e habilmente decorado, onde os clientes tem a possibilidade de esquecer, momentaneamente, seus males e enriquecer as suas mentes. Essa brilhante idéia, teve efeitos positivos na comunidade e foi marcado com enorme sucesso.
Ninguém conhece o significado da cor, antes de conhecer a Índia. Os indianos usam as cores em abundância, por entenderem que elas representam e transmitem energia para as pessoas.
Arquitetos e designers de interiores, hoje são convocados quase como terapeutas, através dos ambientes, porque as cores são poderosos remédios à nossa disposição. Só precisamos saber usá-los e indicá-los na dose precisa!
A intenção dessa revolução artistica, começada em Bilbao e espalhada já ao redor do Globo, é a de quebrar rótulos e mostrar que a dependência dos modismos é uma forma de restrição de qualidade e criatividade.
As novas tecnologias não estão apenas mudando o nosso cotidiano e o modo como trabalhamos e nos comunicamos com os outros, elas também estão trazendo novos hábitos para as nossas sociedades. O Campeonato Nacional de Mensagens de Texto, realizado em Nova York, é um exemplo de tal fenômeno. A idéia é simples: quem escreve mais rápido a mensagem de texto ganha. Houve somente três provas até agora, mas o evento está rapidamente atraindo mais e mais americanos.
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Você sabe o que foi escrito na primeira mensagem de texto enviada? “Feliz Natal”. Era o Natal de 1992, e aos 22 anos de idade, Neil Papworth enviou seus cumprimentos de Natal ao seu colega Richard Jarvis, que naquele momento estava em uma festa perto do complexo Vodafone, em Newbury, Inglaterra. Para enviar a mensagem Papworth usou o teclado de um computador. Mal sabia ele o tipo de revolução tecnológica que ele havia começado.
18 anos depois, o número de mensagens de texto enviadas ultrapassou os 2 trilhões. As mensagens de texto não só criaram uma nova maneira de se conectar com as pessoas, mas também trouxeram uma nova maneira de falar e novas normas culturais. A fim de encaixar uma mensagem inteira em apenas 160 caracteres, as pessoas têm criado um novo vocabulário, começaram a incluir símbolos nas mensagens e deram aos números uma nova funcionalidade. Os adolescentes são os inventores desta nova forma de falar, e a campeã nacional de textos em 2009 é Kate Moore, de 15 anos. O que significa ser o campeã de mensagens? Um troféu de primeiro lugar, R$ 90,125.0005, e benefícios para o resto do ano.
O Campeonato Nacional de Mensagens não é fácil: há várias eliminatórias, que incluem diversos obstáculos, como escrever mensagens de texto com os olhos vendados e escrever enquanto está sendo incomodado e distraído. Kate, que em média envia 14.000 mensagens por mês, com faturas telefônicas pouco menores do que 300 páginas, ganhou de mais de 250.000 textos para conquistar o primeiro lugar.
O que significa esta nova e inovadora competição para as nossas sociedades futuras? Isso demonstra como nossa cultura está evoluindo rapidamente. Estamos constantemente procurando maneiras melhores e mais eficientes de comunicação existentes no mundo. Sem dúvida, a tendência de mensagens tem crescido exponencialmente, enquanto cada vez mais os adultos estão começando a usar mensagens de texto como sua principal forma de comunicação.
A Brammo Craig Bramscher’s produziu a motocicleta elétrica, ecologicamente correto, considerada a primeira em sua classe. A Enertia é uma combinação de velocidade e eficiência energética. A energia é fornecida por uma única bateria de ions de litio, projetada para durar dez anos. Essa nova moto, com seu estilo elegante e simples, faz parecer fácil salvar o planeta.
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Embora as motos gastem pouco combustível, até 70km/l de gasolina, uma única motocicleta emite mais poluentes do que um veículo utilitário esportivo grande. O impacto da poluição é ainda maior se for levado em consideração que é preciso 2,5 motos para transportar a mesma quantidade de passageiros de um carro, tendo em vista que a maioria das motos que rodam no Brasil não segue a mesma legislação dos carros, poluindo de 40 a 60 vezes mais que um carro zero.
No combate à inflação, vários países estão tomando medidas específicas. Na Noruega, o ministro das Finanças Kristin Halvorsen, propôs que veículos movidos a gasolina, diesel e outros combustíveis fósseis, deixem de ser vendidos naquele país até 2015. Seria uma maneira de forçar o desenvolvimento de carros alimentados por combustíveis limpos, como eletricidade, biocombustíveis ou células de hidrogênio. Isso reduziria a poluição nas cidades e ajudaria no combate ao aquecimento global.
Segundo informação publicada no jornal Environmental Science & Technology, as motocicletas poluem muito mais a atmosfera que carros de passeio. Comparadas com veiculos utilitários, as Motos emitem 16 vezes mais hidrocarbonetos, três vezes mais monóxido de carbono e uma quantidade altissima de outros poluentes do ar.
Finalmente, a Brammo Craig Bramscher’s produziu a motocicleta eletrica, ecologicamente correto, a Enertia Electric Motorcycle, 100% elétrica, com uma velocidade máxima de 80 km/h. A energia é fornecida por uma única bateria de ions de litio, projetada para durar dez anos, empregando cerca três horas para recarregar completamente. Se trata de uma start-up de Oregon que acredita muito na mobilidade a emissão zero.
A coisa curiosa é que a moto Enertia, pode-se aquistar diretamente na cadeia de elettrodomestico, BEST BUY. Segundo o administrador, Craig Bramscher, a idéia de vender a moto em uma grande supermercado nao é uma idéia insignificante, segundo ele, o projeto tem tendência a ser expandido, no futuro, em todo território americano além da Europa e China.
Na verdade, o desempenho da Enertia quanto à velocidade, assim como o preço (cerca 12 mil dólares versão normal e 15 mil pela série limitada), não são muito estimulantes. Mas, em um mundo poluidor e barulhento como o das motos, isso é como uma luz no fim do túnel.
“Pague quanto quiser” é uma fórmula que produz uma nova forma de marketing cujo objetivo é oferecer produtos e serviços mais atraentes aos consumidores. A crescente popularidade desta tendência é o investimento direto que os consumidores têm com seus desejados produtos. Se for possível personalizar todos os tipos de serviços ou produtos existentes hoje na sociedade, então os preços devem ser também negociados.
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Todos nós, ao menos uma vez, acreditamos ter pagado um preço muito elevado por alguma coisa, seja nossas férias, um jantar ou no telefone celular. No entanto, agora é possível pagar por uma refeição de acordo com o que acreditamos que seja justo. “Pague quanto quiser” é uma fórmula que produz uma nova forma de marketing e destina-se a oferecer produtos e serviços mais atraentes aos consumidores.
Vamos ver como esta idéia funciona. Em Längenfeld, na Àustria, foi oferecido a 200 pessoas um final de semana de férias na neve, sendo que cada pessoa escolhia o preço. Foi solicitado aos turistas que pagassem uma quantia “honesta” e que preenchessem um questionário sobre a qualidade da viagem. O principal objetivo deste teste era ganhar publicidade para os hotéis e restaurantes do local, adaptar os preços de acordo com os resultados da experiência e utilizar as informações coletadas para melhorar o pacote de férias.
A mesma estratégia foi adotada pelo hotel Ibis Singapura, em Bencoolen, onde por tempo limitado, ele foi transformado em uma estrutura de pague quanto quiser. Consumidores de quaisquer locais passaram a pagar de 70 euros por todo o caminho para 40 centavos de euros por quarto (o equivalente a R$ 175,00 e R$ 1,00, respectivamente). Milhares de pessoas se conectaram no site e todos os quartos foram reservados em alguns minutos no primeiro dia da promoção.
A crescente popularidade deste novo sistema colocou o poder nas mãos dos consumidores. Atualmente, todo cliente potencial possui poderes que nunca antes foi possível. Graças à internet, as pessoas agora podem encontrar informações sobre quaisquer produtos ou serviços disponíveis. Além disso, sites que permitem que as pessoas façam comentários sobre os produtos e suas experiências, ajudam os futuros consumidores e também os fabricantes a criarem melhores produtos e preços.
Este fenômeno crescente encontrou seu caminho também na televisão, como pode ser visto no vídeo ABC News, a seguir. A Wrigley Mansion, em Phoenix, no Arizona, também começou a usar a estratégia do “pague quanto quiser”, e até agora ela provou ser bastante bem-sucedida.
Este vídeo explica uma nova tendência de “publicidade de experimentaçao”, no qual os consumidores têm a possibilidade de experimentar novos produtos de forma gratuita. É uma situação em que todos ganham: os fabricantes cativam o mercado e os consumidores ficam satisfeitos pois começam a utilizar os produtos de graça antes que eles cheguem às prateleiras das lojas.
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O conceito de “amostragem” está de volta aos Estados Unidos, e em grande estilo. Ou, melhor dizendo, o que temos agora é uma experimentação de produtos de forma inusitada que irá inaugurar uma nova era na publicidade: a era do “experimente o produto e leve-o para casa”.
A Sample U, um laboratório da Universidade Internacional Alliant que se dedica ao estudo dos produtos de consumo no mercado, criou uma mentalidade que veio para ficar. Ela oferece produtos que são praticamente inexistentes no mercado e que chegam diretamente pelas mãos do fabricante, em troca de informações sobre a identidade do usuário e de sua experiência de vida. Uma grande idéia da qual ouviremos falar muito a partir de agora.
O consumidor hoje é pouco sensível à publicidade. Por isso, o try-advertising inova quando procura um modo de chamar a atenção desses consumidores fazendo-os “vivenciar” os produtos no mundo real, na vida cotidiana e em momentos e lugares específicos. Essa nova mentalidade faz com que o produto tenha seu valor amplificado e dá aos usuários a possibilidade de sentir uma “brand experience” antes mesmo de possuir o produto ou serviço.
Essa é mais uma das muitas consequências do desenvolvimento da internet e da nova economia. Por isso, nos últimos anos temos – direta ou implicitamente – experimentado e visto uma grande liberdade de criação de diretores de arte, publicitários e redatores. O try-advertising é outra novidade dessa época florescente.