Uma autoridade líder em design inovador, Vito Di Bari é um futurista aclamado, que está mudando o mundo, através de suas soluções de ponta para design (usando as recentes descobertas em vários campos, tais como realidade aumentada, sensores, nano-tecnologia e robótica) em diversas áreas, incluindo design de moda, design de interiores e instalações urbanas. Autor credenciado de onze livros e numerosos artigos publicados, Di Bari também adiciona sua perspectiva única, aos temas mencionados em colunas semanais em vários jornais e revistas. Como parte na candidatura da Cidade de Milão, para a Universal EXPO 2015, Vito Di Bari foi escolhido para ser o Designer de Inovação com o seu projeto Expo Digital, mostrando sua visão e os projetos para criar uma cidade do futuro. Além disso, Di Bari também participa de eventos em todo o mundo, como orador principal para explicar às empresas e indivíduos como alterar os seus comportamentos, a fim de terem sucesso no mundo dos negócios do futuro.

As áreas de especialização de Di Bari, incluem:

  • Inovação Designer
  • Futurista
  • Orador Público
  • Autor, Colunista, Show Host TV
  • University Faculty
  • Presidente e membro do Conselho

DESIGNER DE INOVAÇÃO

Vito Di Bari já garantiu visões e seu legado, fundando o Lab Next – um laboratório de pesquisa de vanguarda internacional, chamado Milan’s think tank da revista Wired, onde atualmente atua como Diretor Científico. As soluções de negócios criativos e inovadores Di Bari, contribuíram para indústrias em todos os âmbitos, incluindo as mais recentes, SKY e MTV, Universal Studios, Barilla, FOX, Kodak, Coca Cola, Volkswagen, LG, Samsung e Vodafone. Atualmente, residindo em Miami, Di Bari fundou Di Bari Innovation Design – um estúdio de pesquisa e projetação, especializada na aplicação de novas tecnologias, que irá fornecer soluções criativas para empresas e instituições públicas.

Palestrante e Autor

Um autor reconhecido nas teorias inovadoras, Di Bari publicou um grande numero de obras, incluindo os livros: O Killer Social (2010), Curto Circuito (2009), Web 2.0 (2007), O futuro já está aqui (mas ainda não sabemos) (2006), 2015, Weekend in the Future (2005), Estratégias para a Próxima Economia (2003), A Enciclopédia Digital da Economia (2002), Palavras-chave da Net Economia (2001), e Gestão Multimídia (2000).
Representado por uma variedade de agências em todo o mundo, Di Bari atende entre 25-30 convenções anuais onde preenche a posição do orador ou presidente em exercício. Além de seus livros, Di Bari é um escritor que contribui para várias revistas, incluindo WIRED, Harvard Business Review, Panorama (Itália) e Il Sole 24 Ore (Itália). Ele também se apresentou como anfitrião para a televisão Discovery Channel, Italia 1 (Itália) e outros compromissos de mídia, incluindo orador convidado em muitos talk shows.

UNIVERSIDADE FACULDADE

Di Bari obteve numerosos títulos na carreira do magistério, incluindo: Professor de Design e Gestão da Inovação na Faculdade de Engenharia de Sistemas da Universidade Politécnica, Professor de Design de Inovação da Universidade Bocconi, em Milão; professor de Teoria New Media e Técnicas de Comunicação, Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade IULM em Milão, Professor de Gestão da Inovação Multimídia na Faculdade de Ciência da Computação da Universidade Politécnica de Milão, Professor de Design e Gestão de Sistemas Multimédia na Faculdade de Design da Universidade Politécnica de Milão, Scientific Director of the Master’s of Science in Marketing, Comunicação e Novas Tecnologias na Escola de Negócios de Il Sole 24 Ore

DIRETORIA E COMISSÃO

Di Bari, atualmente, preside o Comitê Científico da ASCAI (Associação Italiana dos Executivos de Comunicação Corporativa) e é membro do Conselho Consultivo da Fundação Accenture, o Comité Científico da Harvard Business Review (Itália) e da Comissão Executiva da Associação Industrial dos Distritos italianos. Ele contribuiu com sua experiência em várias áreas de mídia, ocupando os cargos de Vice-Presidente Executivo da SPN (Network Satellite Program) – a primeira rede de televisão satelitar da América, com sede em Nova York, Diretor Executivo da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Organização Cultural) IMI (International Multimedia Institute) com sede em Paris, Membro do Comitê Científico do Instituto Internacional de Ópera e Poesia da UNESCO, Membro do Comitê da Fiction Financing Committee Euro-Aim MEDIA com o Conselho da Europa (Bruxelles), Presidente da Artes e Comunicação International Fellowship da Rotary International (Evanston, Il) e CEO da DB Usa Inc. (Beverly Hills, Ca).

VITO DI BARI, O SEU COMEÇO
Este é o prequel. Uma autobiografia não autorizada
daquilo que não se encaixaria bem no Curriculum Vitae.

Vito Di Bari nasceu em Bari, Itália.
A Itália está no sul da Europa, Bari está no sul da Itália. Logo, Vito è, definitivamente, um tipo sulista. Se descesse mais um pouquinho para o sul da Italia, ele seria Africano.

Bari se situa sobre o mar. Durante séculos, foi um porto de mercadores e de uma encruzilhada, entre a entrada do Mar Adriático e a rota para o Oriente e África. O povo de Bari (Baresi) é tão amoroso quanto cansado, extremamente preguiçoso, negociador e presunçoso. Mas Vito é geneticamente um “bom tipo da Sul”, e é muito orgulhoso disso. Ao longo dos anos, ele viaja pelo mundo, mas nunca conseguiu ser um verdadeiro cosmopolita, preferiria continuar sendo um tipo do Sul que percorre o mundo. Ele passa a maior parte de sua infância nas ruas de Bari, principalmente jogando futebol. E passa sua adolescência e juventude perseguindo as garotas. A vida social de Vito se divide entre futebol e garotas, por isso se torna tudo complicado, dada a sua tendência para formar grupos de onze. Em sua fase adulta, ele descobre o futebol de salão, e assim se torna mais seletivo, até mesmo com as mulheres. Este é um passo importante em direção à maturidade, algo que, quanado se é jovem, parece ser um objetivo distante e, em alguns aspectos, ainda parece ser assim.

Do ensino fundamental à faculdade, ele sempre tirou as melhores notas, graduado com Menção Honrosa, na universidade. Vito adquiriu uma formação, fazendo exatamente o que é necessário: as melhores notas possíveis no menor espaço de tempo. Estuda pouco, se dedica sempre à escrita de poesias, ler todos os clássicos (daqueles que mostram um pouco de loucura em sua escrita, de Allen Ginsberg a Vladimir Majakovski), atua e dirige em teatro, e passa as tardes no telefone. Sim, com as meninas. No dia em que a conta de telefone chega, é um dos mais difíceis de sua adolescência, com seu pai a repreendê-lo duramente, mas no final, paga a conta.

Vito descobre e entende o valor da prestação de contas, mas, também, que o tal delito, se usado com moderação, pode valer a pena. Ele passarà o resto de sua vida oscilando entre os dois conceitos.

Durante a semana, ele passa as tardes no vídeo em uma estação de TV local e à noite, fala com uma voz rouca no rádio, dorme no período da manhã, e na hora do almoço, toma o café da manhã. Nas noites de sábado, finge de tocar Fender bass, em uma banda, só para encontrar as garotas, mas, enquanto isso, inconscientemente se abitua com o palco. Aos domingos, joga futebol em um campeonato do Colégio, de direita, e seu trabalho é cruzar a bola para a área de gol, é assim que se aprende a conhecer a curva de Gauss. TV, rádio, estádios e curvas de Gauss: Vito obtém a fundação para a sua carreira profissional.

Em 1978, Vito deixa Bari (mas continua sendo Vido Di Bari) e se aventura na descoberta do mundo. Aprende rapidamente a primeira lei da física: todos os meninos do sul, se o permitirem de viajar livremente, mira, tenazmente, o norte, como uma bússola. Com 23 anos, ele vai parar em Milão. Gosta de escrever, já sabe como fazer rádio e televisão, tem todos os seus sonhos separados e alinhados em filas de onze. Ele é muito jovem, Milão parece muito bonita, a cidade perfeita para um novo começo, e assim ele decide ir para lá.

Em Milão, Vito se acotovela entre intelectuais de vanguarda que estavam focados em novas mídias. Mais tarde, eles se uniram a Felix Guattari, com todos os agradáveis homens das filosofias nouveaux. Vito chega a Paris, torna-se co-fundador da l’Associação de Liberation des Ondes (ALO) (que significa literalmente “a associação para a liberação das ondas de rádio do ar”), escreve para o jornal francês Liberation e freqüenta a casa de Simone de Beauvoir, que na época estava namorando Sartre (sua casa dava para um cemitério, e Vito, então, entendeu a raizão da tristeza de Jean Paul e – finalmente – compreende as raízes do existencialismo).

Com 24 anos, ele encurta o seu caminho e garante uma posição executiva na Rizzoli Corriere della Sera Group, em uma repartição TV, recém-criada. Ele trabalha em estreita colaboração com os executivos lendários, como Leo Lesurum e Bruno Tassan Din, seu pai (de Vito, não de Tassan Din) é muito feliz de ver que seu filho parece estar seguindo um caminho que lhe conduzirá a um excelente salário, seguro-saúde e plano de aposentadoria. Bem, não termina, exatamente, dessa maneira, mas Vito começa a sua experiência de gestão do sindicação na primeira televisão italiana, qule foi chamado CTA – Companhia Associação Televisivas (Associated Television Corporation), que consistia em todas as televisões de propriedade de editores de jornais italianos. Foi Maurizio Costanzo a dirigir a notíicia. No verão de 1981, explode o escândalo da Loja P2, envolvendo Costanzo e Tassan Din, mas Vito, desde janeiro, já se encontrava em New York City.

Em Nova York, Vito continua sua carreira de executivo em novas mídias da Rede do Programa de Satélite (SPN), exercendo a posição de Vice-Presidente Executivo da Programação – Europa. Neste momento, SPN é a primeira rede de televisão a cabo no mundo e é retransmitida por centenas de redes de TV a cabo, nos EUA e Canadá. A rede acabará por mudar seu nome para CNBC, depois de ser comprada pela NBC Universal, e hoje tem mais de 400 milhões de telespectadores em todo o mundo. Sim, Vito, 25 anos e colabora com Ed Taylor no início de uma nova geração de redes de TV e é uma experiência emocionante. Esta experiência deu um natável impacto na sua vida, e Vito, subconscientemente, repetirá, nos anos seguintes, a previsão do futuro: mídia após mídia, chip após chip, sensor após sensor. E aqui começa uma corrida que não tem fim, porque a linha de chegada está em constante movimento, e o levará, a partir dos canais de comunicação para eventos, projetos e produtos.

Vito, agora, tem 26 anos. Este é o fim da prequel. O resto, como dizem, é história, e você pode encontrá-la na bio.

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